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Índice de Confiança do Consumidor da FGV cai 1,2 ponto em fevereiro

Índice de confiança do consumidor cai 1,2 ponto em fevereiro ante janeiro, para 86,1 pontos, segundo levantamento do Ibre/FGV

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Por Broadcast

25/02/2026 | 11h00

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Confiança do consumidor recuou pelo segundo mês seguido
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Rio, 25/02/2026 - O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) caiu 1,2 ponto em fevereiro ante janeiro, na série com ajuste sazonal, para 86,1 pontos, informou o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). O resultado representa a segunda queda consecutiva. Em médias móveis trimestrais, o índice recuou 0,9 ponto.

“A confiança do consumidor recuou pelo segundo mês seguido, influenciado principalmente pela piora das expectativas, enquanto as percepções sobre o momento presente melhoraram discretamente”, avaliou Anna Carolina Gouveia, economista do Ibre/FGV, em nota oficial.

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Em fevereiro, o Índice de Situação Atual (ISA) subiu 0,9 ponto, para 83,5 pontos. Já o Índice de Expectativas (IE) diminuiu 2,6 pontos, para 88,7 pontos.

"Entre as faixas de renda, o resultado foi heterogêneo com queda da confiança na faixa de renda mais baixa e para famílias com renda entre R$ 4.800 e R$ 9.600 mensais", esclareceu a economista.

O resultado de fevereiro reflete um aumento do pessimismo por parte dos consumidores, num contexto de endividamento e taxa de juros elevados." 

Dentro do IE, o indicador de situação econômica local futura avançou 1,5 ponto, para 103,7 pontos; o de situação financeira futura das famílias encolheu 4,9 pontos, para 82,9 pontos; e o indicador de compras de bens duráveis caiu 3,8 pontos, para 81,7 pontos.

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No ISA, a percepção sobre a situação econômica local atual subiu 0,6 ponto, para 96,1 pontos, maior nível desde janeiro de 2014. A avaliação da situação financeira atual das famílias aumentou 1,2 ponto, para 71,3 pontos.

Entre as faixas de renda, o ICC das famílias que recebem até R$ 2.100 caiu 5,9 pontos, para 79,9 pontos. Na faixa de renda de R$ 2.100,01 a R$ 4.800, houve alta de 1,1 ponto, para 83,1 pontos.

Já no grupo que recebe entre R$ 4.800,01 e R$ 9.600 mensais, houve queda de 2,5 pontos, para 84,9 pontos, enquanto os consumidores com renda superior a R$ 9.600 registraram aumento de 1,3 ponto na confiança, em 96,1 pontos.

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A coleta de dados para a edição de fevereiro foi realizada entre 2 e 18 do mês.

(Por Daniela Amorim)

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