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Eleições 2026

Brasileiros da Academia do Oscar manifestam preocupação com eleição

Em carta publicada na revista Variety, 58 membros da Academia citam suspeitas, pedem atenção internacional e cobram apuração independente no 2º turno

Broadcast

Por Broadcast

10/10/2026 | 14h34

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Manifesto alerta para risco de retrocessos na indústria audiovisual brasileira - Adobe Stock
Manifesto alerta para risco de retrocessos na indústria audiovisual brasileira
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Cinquenta e oito membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas do Brasil expressaram em uma carta aberta sua preocupação com o cenário político do país e pedem atenção internacional para o segundo turno das eleições presidenciais, agendado para 25 de outubro.

Entre os signatários estão figuras proeminentes do audiovisual, que mencionam suspeitas de interferência estrangeira e distorções em conteúdos políticos nas plataformas da Meta, além de denúncias de pagamentos a eleitores.

Os cineastas solicitam que a imprensa internacional monitore o processo eleitoral e que investigações independentes sejam realizadas, alertando também sobre os riscos de retrocessos na indústria cultural brasileira diante de possíveis mudanças nas políticas.

Resumo gerado por IA

São Paulo - Cinquenta e oito membros brasileiros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pela organização do Oscar, assinaram uma carta aberta em que manifestam preocupação com o cenário político do Brasil e pedem atenção internacional ao segundo turno da eleição presidencial, marcado para 25 de outubro. O documento foi publicado inicialmente na revista americana Variety.

Os profissionais do audiovisual, incluindo o ator Wagner Moura e cineastas como Kleber Mendonça Filho e Fernando Meirelles, citam suspeitas de interferência estrangeira, possíveis distorções no alcance de conteúdos políticos nas plataformas da Meta e denúncias de pagamentos a eleitores.

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Também criticam propostas do candidato Flávio Bolsonaro (PL), incluindo a elaboração de uma nova Constituição e a concessão de anistia ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso por envolvimento em uma tentativa de golpe de Estado.

Os signatários pedem que a imprensa internacional acompanhe o processo eleitoral com rigor e que instituições competentes investiguem as denúncias de forma independente. Também alertam para o risco de retrocessos na indústria audiovisual brasileira em caso de mudanças nas políticas culturais.

(Por Aramis Merki II)

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