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Com alta nas últimas semanas, Brasil registra 140 casos de mpox em 2026

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Monitoramento aponta 9 casos prováveis e 539 sob investigação
Por Emanuele Almeida

10/03/2026 | 11h14

São Paulo - De acordo com o painel de monitoramento do Ministério da Saúde, atualizado na última segunda-feira, 9, o Brasil contabiliza 140 casos de mpox desde o início do ano. Os casos confirmados e prováveis da última semana ultrapassaram a média semanal de janeiro e fevereiro (15), somando 27 no total. 

Leia também: O que é mpox? Saiba quais são os sintomas e como prevenir

Além dos registros confirmados, o monitoramento aponta 9 casos prováveis e 539 sob investigação, sem óbitos contabilizados até o momento. Em 2025, o País somou 1.079 infecções e duas mortes.

O perfil epidemiológico atual concentra-se na faixa etária de 30 a 39 anos, com São Paulo liderando as ocorrências (93 casos). Apesar da alta nos diagnósticos, o Ministério da Saúde descarta um cenário de crise para a mpox no Brasil.

O que é mpox?

A mpox é uma doença viral causada pelo vírus MPPXV que é transmitida principalmente pelo contato físico próximo e direto com uma pessoa contaminada. Outra forma de transmissão também pode acontecer de forma indireta, por meio de materiais contaminados, como roupas, toalhas, lençóis e talheres, por exemplo. 

Os principais sintomas da mpox são:

  • Erupções cutâneas ou lesões de pele (que podem aparecer no rosto, mãos, pés, boca e órgãos genitais);
  • Ínguas (linfonodos inchados);
  • Febre, dores de cabeça e no corpo;
  • Calafrios e fraqueza.

O período de incubação do vírus, aquele tempo entre o primeiro contato e o início dos sinais, pode variar de 3 a 21 dias. 

Leia também: Mpox: OMS identifica nova recombinação de cepas no Reino Unido e na Índia

Prevenção e tratamento

Atualmente, não há um medicamento específico para a cura da mpox, sendo o tratamento concentrado no manejo clínico e alívio dos sintomas. Para prevenir a transmissão, as autoridades recomendam: 

  • Lavagem frequente das mãos;
  • Higienização de superfícies;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal;
  • Evitar o contato com pessoas suspeitas ou confirmadas.

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