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IA é vista como estratégica para 54% dos criadores de conteúdo

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O estudo ainda aponta que 24% veem a IA como mais oportunidade do que ameaça e 18% têm posição neutra - Adobe Stock
O estudo ainda aponta que 24% veem a IA como mais oportunidade do que ameaça e 18% têm posição neutra
Por Claudio Marques

03/03/2026 | 08h41

São Paulo, 03/03/2026 - Os criadores de conteúdo estão incorporando a inteligência artificial como aliada estratégica. Trata-se de um ponto de virada: a IA deixa de ser vista pelos creators como risco para se consolidar como peça central da profissionalização tecnológica, que deve nortear 2026.

O estudo do InstitutoZ, braço de inteligência da Trope-se, aponta que 54% classificam a IA como “total oportunidade”, 24% como “mais oportunidade do que ameaça” e apenas 18% mantendo posição neutra.

Leia também: Uso diário de IA no trabalho chega a 35% no Brasil, aponta LinkedIn

A análise combina macrotendências globais, pesquisa de campo com mais de 110 profissionais da creator economy e observações etnográficas no evento YOUPIX Summit, focado em economia criativa. A etnografia é uma metodologia que vem da Antropologia. Em vez de olhar apenas para números (quantitativo), ela olha para o comportamento humano em seu habitat natural (qualitativo). 

IA, sensibilidade e compromisso ético

A pesquisa aponta que o futuro do setor será moldado por criadores capazes de combinar inteligência cultural, sensibilidade regional, domínio tecnológico e compromisso ético, uma combinação que posiciona a Creator Economy em sua fase mais madura até agora no Brasil.

“O ano de 2025 foi marcado por inúmeras polêmicas envolvendo influenciadores e ganhando grande repercussão midiática. 2026 vem para demarcar o que já sabíamos: todo mercado vive a dicotomia de profissionais éticos e antiéticos coexistindo, e a creator economy brasileira sofre o mesmo”, afirma o fundador e CEO da Trope-se, Luiz Menezes.

Ele, no entanto, aponta a necessidade de uma regulação pública para um mercado ainda mais promissor, maduro e saudável. Com base no estudo, Menezes afirma que a creator economy no Brasil está deixando para trás a era da estética superficial e da busca desenfreada pela viralização, rumo a uma profissionalização tecnológica sem e rigor ético.

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