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Diferença no juro do Crédito do Trabalhador supera 100%, alerta Procon-SP

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Levantamento reuniu dados do BB, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, Safra e Santander - Adobe Stock
Levantamento reuniu dados do BB, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, Safra e Santander
Por Fabiana Holtz

16/03/2026 | 15h34

São Paulo – Pesquisa realizada pelo Procon-SP sobre empréstimo consignado de diversas modalidades constatou uma variação de mais de 100% na taxa mensal de juros dos contratos do programa de Crédito do Trabalhador, também conhecido como Consignado CLT.

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As taxas nessa modalidade variaram entre 3,19% e 6,61% ao mês, considerando dados de seis instituições envolvidas na iniciativa no Estado de São Paulo (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, Safra e Santander), para um prazo de 12 meses.

Para este levantamento, realizado a cada quatro meses, a taxa de juros verificada foi a do dia 10 de fevereiro.

Consignado CLT Mercantil

Segundo o órgão paulista, as modalidades de crédito avaliadas foram as de servidor público estadual; servidor público municipal (SP); servidor público federal; aposentado do INSS; funcionário de empresa privada; e o programa Crédito do Trabalhador. 

Na modalidade de empréstimo consignado para funcionário de empresa privada as taxas oscilaram entre 3,19% e 7,11% ao mês, para um contrato de 12 meses - com a diferença que ultrapassa 100%. Para um prazo de 48 meses, a taxa apresentou uma diferença ainda mais significativa, com a menor sendo 3,19% e a maior 6,91% ao mês.

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Entre os contratos com prazo de 12 meses, a menor taxa média de juros foi a de empréstimos para aposentados do INSS, de 1,84% ao mês. A mesma taxa para categoria de servidor público federal. O crédito para funcionário de empresa privada foi o que apresentou a taxa média mais alta, de 5,23% ao mês.

No caso dos contratos com prazo de 48 meses, a taxa média mais baixa foi a oferecida para o servidor público federal, de 1,78%, e a mais alta para funcionário de empresa privada, de 4,85%.

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