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Anvisa proíbe lote de molho de tomate importado por conter pedaços de vidro

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O lote LM282 foi autuado e teve sua comercialização, distribuição, importação, divulgação e consumo suspensos em todo o território nacional - Freepik
O lote LM282 foi autuado e teve sua comercialização, distribuição, importação, divulgação e consumo suspensos em todo o território nacional
Por Emanuele Almeida

08/01/2026 | 10h59

São Paulo, 08/01/2026 — A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de um lote do molho de tomate Passata de Pomodoro Di Puglia, da marca Mastromauro Granoro, após a identificação de fragmentos de vidro no produto.

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O lote LM282 foi autuado e teve sua comercialização, distribuição, importação, divulgação e consumo suspensos em todo o território nacional. A medida ocorreu após um alerta do Rapid Alert System for Food and Feed (Sistema de Alerta Rápido para Alimentos e Rações), que confirmou a presença de vidro no lote importado para o Brasil.

Consumidores que tiverem comprado o produto do lote identificado precisam entrar em contato com a presença para realizar o recolhimento e acertar detalhes. 

Suplementos alimentares

A Anvisa também ordenou o recall de cinco lotes do suplemento alimentar Neovite Visão, indicado para a saúde ocular. A restrição deve-se ao uso de Capsicum annum L. (fruto da páprica), ingrediente não autorizado em suplementos alimentares como fonte de zeaxantina, componente com ação antioxidante e anti-inflamatória.

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Além disso, os lotes apresentaram teores do corante Caramelo IV acima do limite permitido. A fabricante já comunicou o recolhimento voluntário dos itens.

Em outra ação, os produtos Vitamina C Sucupira com Unha de Gato e Suplemento Alimentar Colesterol, ambos da empresa Ervas Brasil Indústria Ltda., foram proibidos e devem ser apreendidos. Segundo a Anvisa, a empresa não possui licença sanitária nem alvará de funcionamento.

"A fabricante utilizou ingredientes não autorizados e realiza divulgação irregular, com falsas indicações terapêuticas e benefícios de saúde sem comprovação científica", afirmou a agência em comunicado oficial.

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