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App CNH do Brasil terá recurso para compra e venda de carros usados

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Projeto está em fase final de desenvolvimento, segundo ministro - Adobe Stack
Projeto está em fase final de desenvolvimento, segundo ministro
Por Broadcast

09/06/2026 | 10h16

Brasília - O ministro dos Transportes, George Santoro, afirmou nesta terça-feira, 9, que a compra e venda de carros usados poderão ser feitas por meio do aplicativo da "CNH do Brasil", para que se reduza a burocracia no processo e possa se retirar a necessidade de "ir até cartórios para resolver todo o processo".

"A nossa intenção é poder fazer a compra e venda de veículos usados diretamente no aplicativo, sem precisar ter que levar o carro numa vistoria, fazer todo o processo burocrático, ter que ir no cartório, o que hoje é uma epopeia", disse em entrevista ao programa "Bom Dia, Ministro", da EBC.

Segundo Santoro, o projeto está em fase final de desenvolvimento e deverá ser submetido a consultas antes de sua implementação definitiva. A proposta prevê a digitalização integral das etapas de transferência de propriedade de veículos usados, concentrando os procedimentos no aplicativo. Santoro destacou que a medida poderá impactar um mercado que movimenta mais de 10 milhões de transações de compra e venda de veículos usados por ano no País.

Segundo ele, o objetivo é utilizar tecnologia e padronização nacional para tornar o processo mais simples, rápido e seguro. "O governo vai colocar mais um serviço usando tecnologia, solução e padronização no País inteiro", disse.

Na mesma entrevista, Santoro afirmou que o aplicativo "CNH do Brasil" trouxe economia de cerca de R$ 2 bilhões para a população que buscou iniciar o processo de emissão de habilitação de condutor de automóveis desde seu lançamento, em dezembro de 2025.

"Hoje a gente já pode dizer que economizamos mais de R$ 2 bilhões na economia porque as pessoas pagavam R$ 4.000, R$ 5.000 numa carteira. Hoje o preço caiu para, em outras situações, menos de mil reais", disse ele durante entrevista ao programa "Bom Dia, Ministro".

(Por João Caires)

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