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Desenrola 2.0 é ideia boa ou ajuda o orçamento para 70% dos eleitores

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Para 25% dos ouvidos pela pesquisa, o novo Desenrola é uma má ideia - Envato
Para 25% dos ouvidos pela pesquisa, o novo Desenrola é uma má ideia
Por Broadcast

10/06/2026 | 08h43

Brasília e São Paulo - Quase três em cada quatro eleitores acreditam que o Desenrola 2.0, programa do governo para renegociar dívidas de pessoas inadimplentes, é uma ideia boa ou ajuda um pouco os orçamentos familiares, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 10.

Para 50%, o Desenrola 2.0 é uma boa ideia, enquanto 20% dizem que é uma ideia que ajuda um pouco. Para 25% dos ouvidos pela pesquisa, o programa é uma má ideia. Em um mês, o porcentual de pessoas que ouviram falar do programa de renegociação de dívidas saiu de 57% para 61%, enquanto os que desconheciam saiu de 43% para 39%.

Segundo a pesquisa, 10% dos eleitores disseram que o novo Desenrola já os beneficiou, enquanto 88% alegaram que não se beneficiaram dessa nova renegociação de dívidas. O porcentual de pessoas com muitas dívidas caiu de 28% para 23%, enquanto os que dizem não ter dívidas subiu de 27% para 30%. Os que dizem ter poucas dívidas oscilou de 45% para 46%.

A margem de erro estimada é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada entre os dias 5 e 8 de junho, com 2.004 entrevistas presenciais. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07661/2026.

Imposto de Renda

Já a percepção dos eleitores quanto à isenção do Imposto de Renda para os trabalhadores que ganham até R$ 5 mil oscilou dentro da margem de erro em relação a pesquisas anteriores.

Segundo a pesquisa, 65% dos entrevistados disseram que não foram beneficiados com a isenção, enquanto 32% afirmaram que foram beneficiados. Em maio, 67% havia dito que a isenção do IR não os beneficiou enquanto 30% dizia avaliar que a medida trouxe benefícios.

Os números contrastam com uma grande expectativa no fim do ano passado quanto à medida. Em outubro, 61% dos entrevistados diziam que seriam beneficiados, enquanto 35% acreditavam que não.

(Por Gabriel Hirabahasi e Daniel Tozzi)

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