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Flávio Bolsonaro participa de 1º ato como pré-candidato

Reprodução Instagram/PL

Flávio Bolsonaro discursou durante evento neste domingo na Avenida Paulista - Reprodução Instagram/PL
Flávio Bolsonaro discursou durante evento neste domingo na Avenida Paulista
Por Broadcast

01/03/2026 | 19h32 ● Atualizado | 19h33

São Paulo e Brasília, 01/03/2026 - O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo, durante o ato "Acorda, Brasil", na Avenida Paulista, que o grupo político tem "uma batalha pela frente" para derrubar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto de lei da dosimetria relacionado aos condenados pelos atos de 8 de janeiro.

Em sua primeira participação em ato público como pré-candidato à presidência, o senador afirmou que o PL não é exatamente o que o grupo gostaria, mas já representaria um primeiro avanço. "Com a derrubada do veto, praticamente todas as pessoas do 8 de janeiro vão poder ir para as suas casas", disse.

manifestantes na Paulista

Jefferson Aguiar/Estadão Contéudo

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Flávio também agradeceu o apoio do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e do prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes (MDB), afirmando que ambos "vestiram a camisa do Brasil" e estão comprometidos com o que chamou de "projeto de resgate da nação". Tarcísio, no entanto, não participou do ato, assim como a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Em discurso com críticas ao governo federal, o senador classificou a gestão de Lula como "horrorosa" e disse que os jovens "continuam sem expectativa". Ele afirmou ainda que as mulheres devem ser abraçadas e protegidas, sem hipocrisia.

Ao mencionar o ex-presidente Jair Bolsonaro, Flávio declarou que ele "está vivo" politicamente e que seus apoiadores "vão carregar esse sobrenome até a vitória".

Rampa do Planalto

O pré-candidato à presidência da República afirmou ainda que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, retornará ao Palácio do Planalto em 2027.

"Em janeiro de 2027, ele irá pessoalmente subir aquela rampa do Planalto junto com o povo brasileiro", declarou o parlamentar, ao relatar conversa com o ex-presidente na quarta-feira.

O senador, entretanto, não detalhou como isso seria possível, visto que seu pai foi condenado a 27 anos e três meses de prisão e cumpre pena em Brasília, desde setembro passado, por organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, entre outros crimes.

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Flávio associou o atual governo a escândalos como mensalão e petrolão e mencionou investigações envolvendo descontos indevidos em benefícios do INSS.

Ao encerrar o discurso, o senador afirmou que "ninguém aguenta mais quatro anos de PT" e disse que o grupo político seguirá mobilizado "até a vitória".

(Por Victor Ohana e Júlia Pestana)

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