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Oposição realiza ato na Paulista contra governo federal e ministros do STF

Reprodução Instagram do PL

Escândalo do Banco Master foi um dos motes da convocação para os atos - Reprodução Instagram do PL
Escândalo do Banco Master foi um dos motes da convocação para os atos
Por Broadcast

01/03/2026 | 17h18

Brasília e São Paulo, 01/03/2026 - A oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realiza neste domingo, 1.º, uma série de atos pelo País contra o governo federal e os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.

O escândalo do Banco Master é um dos motes da convocação. Em São Paulo, a manifestação, denominada Acorda Brasil, começou às 14h na avenida Paulista.

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Esta é a primeira aparição do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um evento do tipo desde o lançamento de sua pré-candidatura à Presidência. Ele chegou ao ato por volta das 15h e foi cercado por apoiadores, que pediram fotos e o receberam com abraços.

Em meio à aglomeração, Flávio enfrentou dificuldade para avançar até o carro de som, sendo conduzido por seguranças e aliados até o local.

Por vídeo

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro participou por chamada de vídeo, diretamente dos Estados Unidos.  Em discurso transmitido no carro de som, ele agradeceu aos manifestantes e afirmou que o movimento busca "justiça que vai ser traduzida em anistia."

Eduardo disse que a anistia poderá ser alcançada "com a eleição do Flávio Bolsonaro como presidente e com uma bancada de senadores e deputados federais fortes e valentes."

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Durante a fala, o parlamentar saudou governadores e deputados aliados e disse que o movimento não se trata apenas de partido ou eleição, mas de "liberdade".

Aliados

Por sua vez, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato a presidente, afirmou que "ninguém na história do Brasil, sem mandato, preso, consegue mobilizar a população brasileira igual Bolsonaro consegue nesse País".

No discurso, Caiado elogiou a capacidade de mobilização do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o classificou como "o homem que conseguiu levantar o Brasil e dizer em alto e bom som: vamos caminhar pela liberdade e a democracia plena".

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Caiado ainda afirmou que, caso o grupo político retorne ao poder, "o primeiro ato será a anistia plena, geral e irrestrita em 1º de janeiro".

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), declarou apoio a Flávio Bolsonaro e  afirmou que o grupo político vai "ganhar de lavada" nas eleições. Nunes disse que "o Flávio está escolhido e que o time está escalado", acrescentando que a disputa será decidida na urna, onde, segundo ele, o grupo mostrará sua força.

Foco

Ao contrário dos protestos bolsonaristas do ano passado, a defesa do ex-presidente, condenado por tentativa de golpe de Estado, não está entre os motes da convocação.

A oposição se vale dos desdobramentos do caso Master contra o STF e o governo federal. As fraudes do banco liquidado em novembro de 2025 pelo Banco Central vêm atingindo a mais alta Corte do País.

O Estadão mostrou a ligação de um empreendimento de familiares de Dias Toffoli com fundos ligados ao Master, enquanto o jornal O Globo revelou um contrato de R$ 129 milhões entre o banco e o escritório da esposa de Alexandre de Moraes, Viviane Barci.

(Por Victor Ohana e Júlia Pestana)

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