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Governo vai chamar nova leva de aprovados em concursos na próxima semana

Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Medida visa recompor a capacidade de execução de políticas públicas no País - Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
Medida visa recompor a capacidade de execução de políticas públicas no País
Por Broadcast

02/04/2026 | 10h12

Brasília - A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, afirmou nesta quinta-feira, 2, que haverá uma nova rodada de autorização de chamamento de pessoal que passou em concursos e de excedente na próxima semana, após ela fazer um balanço no ministério e levar a lista à Casa Civil e ao presidente da República.

A medida visa recompor a capacidade de execução de políticas públicas no País, afirmou Dweck em entrevista ao programa "Bom dia, Ministra", da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

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Segundo Dweck, o governo está perdendo servidores quando se calcula as aposentadorias e novas contratações:

A gente contratou até março desse ano, que é o dado que a gente tem consolidado, 19 mil pessoas, que parece muito, né? E já saíram, no mesmo período, 16 mil pessoas. Entre janeiro de 23 e março de 26, entraram 19 mil e saíram 16 mil, então entraram líquidos só 3 mil, e já tinham saído aqueles 70 mil líquidos."

Reestruturação

Dweck afirmou que não será necessário abrir negociações para reestruturação de carreiras novamente no curto prazo. Segundo ela, a última rodada de reestruturação transformou 67 mil cargos em 31 mil. 

“São oito cargos, carreiras transversais, e a gente fez em outras carreiras, a gente lembra que ano retrasado já, em 24, fizemos negociação carreira a carreira para reestruturar. A gente não acha que vai precisar fazer de novo isso em um curtíssimo prazo”, afirmou.

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“Fizemos uma transformação de mais 67 mil cargos, entre eles o que todo mundo fala que é o datilógrafo, mas tinha assistente telex, tinha barqueiro, tinha uma série de cargos que não existia mais concurso público para eles, e a gente transformou, eu transformei 67 mil em 31 mil, ou seja, menos da metade, porque de fato eu não preciso mais do mesmo quantitativo que eu já tive um dia”, completou.

(Por Mateus Maia)

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