CONFIRA

Microsoft corta 4.800 empregos no mundo, incluindo 1.600 do X-Box

Corte no número de empregos representa 2,1% da força de trabalho da gigante do software; há mais cortes previstos para serem feitos neste ano

Broadcast

Por Broadcast

06/07/2026 | 17h13

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Demissões incluem 1.600 trabalhadores do X-Box; previsão  é de mais dispensas - Adobe Stock
Demissões incluem 1.600 trabalhadores do X-Box; previsão é de mais dispensas
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Redmond - A Microsoft está cortando 4.800 empregos, cerca de 2,1% de sua força de trabalho global, incluindo um grande número de trabalhadores em sua divisão de videogames Xbox.

As demissões incluem 1.600 trabalhadores do Xbox, com mais cortes previstos para este ano em uma reorganização mais ampla projetada para "reiniciar" o setor de videogames, à medida que enfrenta uma concorrência acirrada, disse a empresa nesta segunda-feira.

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"Nosso negócio hoje não está saudável", disse a CEO do Xbox, Asha Sharma, em um memorando. "Estamos operando com margens que são de 3 a 10 vezes menores do que as de negócios comparáveis de plataforma e publicação".

Crise de hardware

Sharma afirmou que a indústria, na qual o Xbox compete com o PlayStation da Sony e o Switch da Nintendo, está enfrentando uma grave "crise de hardware" à medida que os custos dos componentes dos consoles disparam.

Além das demissões, Sharma frisou que o Xbox espera mais 1.600 cortes de empregos ao longo do ano fiscal, que começou na semana passada. A empresa também está desmembrando quatro estúdios de desenvolvimento de videogames anteriormente adquiridos pela Microsoft.

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Há quase três anos, a Microsoft fechou um acordo de US$ 69 bilhões para adquirir a gigante dos jogos Activision Blizzard, criadora de "Call of Duty" e outras franquias de sucesso. A empresa disse na época que queria ampliar seu portfólio de desenvolvimento de jogos e oferecer um serviço de assinatura de streaming semelhante ao Netflix, mas a estratégia não parece ter sido suficiente para superar a concorrência.

Os cortes no Xbox são adicionais às demissões mais amplas da Microsoft, que a diretora de pessoal da gigante do software, Amy Coleman, atribuiu a mudanças não especificadas nas necessidades dos clientes. "Também quero ser direta ao afirmar que os cargos eliminados hoje não estão sendo substituídos por inteligência artificial", escreveu Coleman em um post de blog.

(Com informações da Associated Press)

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