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PF realiza nova operação contra Daniel Vorcaro, dono do Banco Master

Divulgação/Banco Master

O empresário Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, foi preso quando tentava embarcar para os Emirados Árabes Unidos. - Divulgação/Banco Master
O empresário Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, foi preso quando tentava embarcar para os Emirados Árabes Unidos.

Por Pedro Marques

redacao@viva.com.br
14/01/2026 | 09h04 ● Atualizado | 10h06

São Paulo, 14/01/2026 - A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira, 14, a segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes no Banco Master. Segundo a PF, a nova fase da operação tem por objetivo apurar a prática dos crimes de organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira, manipulação de mercado e lavagem de capitais.

De acordo com reportagem do Estadão, o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, voltou a ser alvo de medidas de busca e apreensão, enquanto o empresário Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro, foi preso temporariamente quando tentava embarcar em um voo para os Emirados Árabes Unidos.

Leia também: Caso Master pode ser maior fraude da história, diz Haddad

A ação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli e, de acordo com a PF, “as medidas judiciais visam interromper a atuação da organização criminosa, assegurar a recuperação de ativos e dar continuidade às investigações”.

Pela manhã, começaram a ser cumpridos 42 mandados de busca e apreensão em cinco Estados (São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro), expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, além de medidas de sequestro e bloqueio de bens e valores que superam R$ 5,7 bilhões.

Defesa de Vorcaro

A defesa do dono do banco Master, Daniel Vorcaro, informou que "tomou conhecimento da medida de busca e apreensão e reafirma que o Sr. Vorcaro tem colaborado integral e continuamente com as autoridades competentes. Todas as medidas judiciais determinadas no âmbito da investigação serão atendidas com total transparência. A defesa não teve ainda acesso aos autos”, disseram os advogados do banqueiro.

“A defesa reitera confiança no devido processo legal e seguirá atuando nos autos para que as informações sejam tratadas de forma objetiva e dentro dos limites constitucionais”, acrescentaram.

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