Facebook Viva Youtube Viva Instagram Viva Linkedin Viva

Venda de ingressos falsos para show do Iron Maiden é investigada por Polícia

Divulgação/SSP

Operação da Polícia Civil investiga venda de ingressos em site falso para shows do Iron Maiden em São Paulo - Divulgação/SSP
Operação da Polícia Civil investiga venda de ingressos em site falso para shows do Iron Maiden em São Paulo

Por Bárbara Ferreira

redacao@viva.com.br
15/01/2026 | 17h28

São Paulo, 15/01/2026 - Uma operação da Polícia Civil (PC) deflagrou uma associação criminosa envolvida na venda de ingressos falsos para shows da banda Iron Maiden, marcados para outubro deste ano em São Paulo. A primeira vítima a denunciar o golpe pagou R$ 690 no Pix em um site falso, e não recebeu o ingresso.

Leia também: Iron Maiden virá ao Brasil em 2026 na turnê de celebração de 50 anos

Operação Fear of the Pix

Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira, 15, em Tatuapé e Guarulhos, na Grande São Paulo, segundo a Secretaria da Segurança Pública. Durante a operação foram apreendidos 13 relógios, três veículos de luxo, R$ 11 mil em espécie, seis computadores e documentos que ainda serão analisados.

A PC cumpriu esses mandados nas sedes das empresas investigadas e nos endereços dos sócios proprietários, após deferimento do Poder Judiciário. A operação foi nomeada como Fear of the Pix, que significa “medo do pix”. O nome faz referência a um álbum da banda britânica de 1992 intitulado Fear of the Dark.

O site usado pelos suspeitos simulava o verdadeiro e dinheiro foi destinado a uma empresa facilitadora de pagamentos, que não bloqueou ou estornou o valor mesmo após ter sido comunicada sobre a fraude, segundo a polícia. “É uma reprodução muito idêntica ao site original”, disse o delegado Alexandre Bento, do 42º Distrito Policial (Parque São Lucas). 

Para diferenciar sites verdadeiros dos falsos, o delegado orientou que os clientes reparem grafia na página de endereçamento, já que golpistas costumam inverter palavras para enganar o comprador. 

Além da plataforma falsa, foram identificadas empresas constituídas recentemente, com alterações societárias suspeitas e reclamações por golpes semelhantes. O caso é investigado como associação criminosa para a prática de estelionato eletrônico, mas como os nomes das empresas suspeitas não foram divulgados, o VIVA não conseguiu contatar as defesas.

Comentários

Política de comentários

Este espaço visa ampliar o debate sobre o assunto abordado na notícia, democrática e respeitosamente. Não são aceitos comentários anônimos nem que firam leis e princípios éticos e morais ou que promovam atividades ilícitas ou criminosas. Assim, comentários caluniosos, difamatórios, preconceituosos, ofensivos, agressivos, que usam palavras de baixo calão, incitam a violência, exprimam discurso de ódio ou contenham links são sumariamente deletados.

Gostou? Compartilhe

Últimas Notícias