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Eleições 2026

Lula escreve carta a evangélicos e e pede 'discernimento' na eleição

Texto ainda não foi oficialmente divulgado pela campanha de Lula, seja nas redes sociais, seja em grupos oficiais da campanha com jornalistas

Broadcast

Por Broadcast

14/10/2026 | 08h00

Divulgação/@lulaoficial

Presidente diz que tem feito "a defesa das famílias brasileiras" - Divulgação/@lulaoficial
Presidente diz que tem feito "a defesa das famílias brasileiras"
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está preparando uma carta direcionada aos evangélicos, que será divulgada ainda esta semana, com o objetivo de fortalecer seu diálogo com esse segmento da população. A carta, que também terá uma versão para católicos, busca enfatizar o compromisso de Lula com as famílias brasileiras e a importância da fé na escolha eleitoral.

Na carta, Lula destaca a necessidade de ouvir os anseios dos evangélicos e menciona ações concretas de seu governo, como a proibição das apostas e a proposta de mudança na jornada de trabalho, visando fortalecer os laços familiares. Ele ressalta que a defesa das famílias é uma prioridade em sua administração.

O presidente também se posiciona contra políticas que possam prejudicar a vida religiosa e a liberdade de culto, afirmando que seu governo respeita todas as crenças. A expectativa é que a carta ajude a consolidar o apoio dos evangélicos em sua campanha.

Resumo gerado por IA

Brasília - Diretórios estaduais do PT passaram a divulgar nos grupos da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta terça-feira, 13, o texto de uma carta voltada aos evangélicos escrito pelo presidente. O conteúdo foi divulgado pelo jornal O Globo e confirmado pelo Broadcast Político junto a integrantes do PT.

A elaboração da carta aos evangélicos, assim como uma outra carta separada aos católicos, foi confirmada na noite desta terça pelo presidente do PT, Edinho Silva, em conversa com jornalistas após reunião com líderes partidários aliados à campanha de Lula. Edinho, porém, não confirmou o conteúdo do texto.

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Segundo o presidente do PT, “o texto estava sendo elaborado e o presidente tinha pedido para revisar várias coisas da proposta, então, estava em formulação”.

Texto será divulgado nesta semana

O texto ainda não foi oficialmente divulgado pela campanha de Lula, seja nas redes sociais, seja em grupos oficiais da campanha com jornalistas. Será publicado, segundo Edinho, ainda nesta semana.

Na versão que tem circulado entre petistas, Lula diz que “os cristãos com quem tenho dialogado estão me ensinando que a Bíblia nos orienta a ‘seguir a verdade em amor’”.

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“Não sou evangélico, mas tenho total respeito por quem é, assim como tenho por todas as religiões e profissões de fé. Temos uma coisa em comum: o compromisso de cuidar das famílias brasileiras, pois somente lares fortes podem produzir uma nação forte”, afirma.

Lula diz, ainda, que pretende “escutar e atender aos anseios de vocês [evangélicos]”. “Sei que, nas famílias evangélicas, tudo se decide em oração. Por isso, conclamo vocês a pedirem discernimento a Deus para fazer a escolha nesta eleição. Vá às urnas com a consciência livre e com a aliança renovada com o nosso amado Brasil”, afirma.

O presidente diz, também, que tem feito “a defesa das famílias brasileiras com ações concretas, como tenho feito ao longo de toda a minha jornada política, e não com discursos vazios, como muitos outros fazem”.

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Proibição das bets

Lula cita a proibição das bets que assinou recentemente por meio de uma medida provisória e a proposta de acabar com a escala de trabalho 6x1. Diz que “as famílias são base do País que queremos”.

“As pessoas precisam de mais tempo para descansar, ter lazer e estar em casa com os seus, fortalecendo os vínculos familiares. Para o povo evangélico, isso garante, inclusive, mais tempo para estar na igreja em comunhão com os irmãos e em adoração”, declara.

O petista diz que “jamais poderão nos acusar de estarmos comprometidos com políticas que destroem vidas, que fecham templos, ou que não demonstrem respeito, como Jesus nos ensinou, que devemos amar a todas as pessoas”.

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(Por Gabriel de Sousa e Gabriel Hirabahasi)

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