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Estudo mostra que 61% dos trabalhadores pretendem migrar de emprego neste ano

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Segundo a pesquisa, entre os que pretendem mudar, 72% desejam trocar de empresa e 28% querem fazer transição de carreira - Envato
Segundo a pesquisa, entre os que pretendem mudar, 72% desejam trocar de empresa e 28% querem fazer transição de carreira
Por Claudio Marques

06/01/2026 | 16h24

São Paulo, 06/01/2026 - Sondagem realizada pela consultoria Robert Half apurou que 61% dos respondentes pretendem buscar um novo emprego em 2026, um crescimento de sete pontos percentuais em 12 meses. Os principais motivos apurados para essa intenção são remuneração, desenvolvimento de carreira e qualidade de vida

Entre aqueles com desejo de movimentação, a maior parte pretende se manter na mesma área de atuação: 72% querem mudar de empresa, mas seguir no campo profissional atual, enquanto 28% avaliam uma transição de carreira, a fim de migrar para outra profissão.

Leia também: Geração de empregos formais cai 19% em novembro, o pior da série histórica

“O aumento da intenção de mudança é reflexo de dinâmicas laborais profissionais-centradas, com o fortalecimento da confiança dos candidatos. Ainda assim, as escolhas de carreira precisam ser alinhadas às expectativas de cada um, que vão desde crescimento e remuneração até qualidade de vida e tempo para a família”, afirma Fernando Mantovani, diretor-geral da Robert Half na América do Sul.

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O que motiva a migração

  • Melhores oportunidades de crescimento - 45%
  • Maior remuneração - 42%
  • Busca por novos desafios - 31%
  • Possibilidade de trabalho remoto ou híbrido - 31%
  • Pacote de benefícios mais atrativo - 29%%

Os principais motivadores para transição de carreira

  • Aspectos financeiros - 63%
  • Melhor qualidade de vida - 39%
  • Realização pessoal - 29%
  • Vontade de aprender algo novo - 27%
  • Flexibilidade - 24%

O estudo também explora os fatores que sustentam a permanência nas organizações. A saber:

O que mantém 

Benefícios e remuneração - 52%
Modelos de trabalho flexíveis - 46%
Equilíbrio entre vida pessoal e profissional - 33%
Ambiente e cultura organizacional - 31%
Oportunidades de desenvolvimento  - 25%

Segundo Mantovani, os números reforçam o papel estratégico das empresas na retenção de talentos. Ele ressalta que, embora a remuneração tradicional continue importante, a maioria dos fatores que motivam a permanência está ligada ao bem-estar, crescimento e flexibilidade — elementos que, na visão dos profissionais, serão decisivos daqui em diante.

A sondagem proprietária da Robert Half foi realizada em novembro de 2025, com a participação de 500 profissionais com qualificação, estejam eles empregados ou em busca de recolocação, reunindo percepções e expectativas para 2026.

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