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CNJ lança app para adoção de crianças e adolescentes; veja como funciona

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CNJ lança aplicativo para adoção de crianças e adolescentes no Brasil e amplia busca ativa nacional - Magnific
CNJ lança aplicativo para adoção de crianças e adolescentes no Brasil e amplia busca ativa nacional
Por Alexandre Barreto

26/05/2026 | 11h53

São Paulo - O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou ontem o aplicativo A.Dot. A plataforma reúne informações de crianças e adolescentes com mais dificuldade de conseguir uma família adotiva no Brasil.

O acesso é feito pelo portal Gov.br e permite que pretendentes habilitados acompanhem o processo de adoção pelo celular.

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[O novo aplicativo do CNJ integra o Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA) e tem foco na chamada busca ativa. A iniciativa prioriza crianças mais velhas, adolescentes, grupos de irmãos e menores com deficiência ou necessidades específicas de saúde.

Segundo o CNJ, 1.801 crianças e adolescentes estão aptos atualmente para a busca ativa no País. Desde 2019, o sistema já viabilizou mais de 33,5 mil adoções em todo o território nacional. Desse total, 1.826 ocorreram por meio da busca ativa.

O aplicativo A.Dot já foi lançado com 1.787 perfis cadastrados. Os usuários podem visualizar fotos, vídeos curtos e informações autorizadas judicialmente sobre as crianças e adolescentes disponíveis para adoção.

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Como funciona o aplicativo A.Dot

O acesso ao aplicativo é restrito a pretendentes habilitados para adoção. O login é realizado com a conta Gov.br, permitindo iniciar o pré-cadastro e acompanhar as etapas do processo de habilitação.

A inclusão das crianças e adolescentes depende de autorização judicial. O CNJ informou que a ferramenta exige compromisso com a preservação da identidade, da intimidade e do sigilo das informações.

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De acordo com o órgão, pretendentes habilitados em qualquer Estado poderão acessar diretamente pelo celular os perfis disponíveis na busca ativa nacional, reduzindo barreiras geográficas e ampliando as possibilidades de adoção.

Dados do CNJ mostram que mais de 90% das crianças e adolescentes incluídos na busca ativa têm mais de oito anos de idade. Outro levantamento aponta que mais de 60% possuem ao menos um irmão.

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