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Após O Agente Secreto, veja filmes brasileiros cotados ao Oscar em 2027

Divulgação/Corrida dos Bichos

Elenco de "Corrida dos Bichos" conta com nomes como Rodrigo Santoro e Grazi Massafera - Divulgação/Corrida dos Bichos
Elenco de "Corrida dos Bichos" conta com nomes como Rodrigo Santoro e Grazi Massafera
Por Alexandre Barreto

22/03/2026 | 12h03

São Paulo - Após O Agente Secreto, cresce a expectativa sobre qual produção representará o Brasil no Oscar 2027. Depois de duas indicações seguidas na categoria de "Melhor Filme Internacional", o País busca manter o padrão de ser destaque na principal premiação do cinema mundial.

Mesmo que nem todos os títulos tenham estreado, alguns filmes já despontam como possíveis candidatos à vaga brasileira no Oscar. Como em todo ano, a corrida ganha força a partir dos grandes festivais internacionais, que pautam o debate do audiovisual ao longo do ano.

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Entre os principais eventos estão o Festival de Cannes, realizado em maio, o Festival de Veneza, em setembro, e o Festival Internacional de Cinema de Toronto, também em setembro.

Como exemplo, o filme O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, venceu dois prêmios em Cannes de "Melhor Direção" e "Melhor Ator", com Wagner Moura.

Outro destaque é Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, que conquistou o prêmio de "Melhor Roteiro" no Festival de Veneza.

Veja a lista de possíveis filmes, segundo a crítica:

Corrida dos Bichos

O filme retrata um futuro distópico no Rio de Janeiro, no qual o jogo do bicho ganha um novo formato: uma corrida ilegal e brutal entre pessoas que têm muito a perder, em busca de um prêmio milionário.

O elenco reúne Rodrigo Santoro, Bruno Gagliasso, Isis Valverde, Anitta, Grazi Massafera, Silvero Pereira, Seu Jorge, Leandro Firmino, João Guilherme e Thainá Duarte.

Com direção de Fernando Meirelles (Cidade de Deus), Ernesto Solis e Rodrigo Pesavento, a produção estreia ainda em 2026 e já teve um trailer divulgado, mas segue sem data definida para chegar ao Prime Video.

Vicentina Pede Desculpas

Produção da Netflix, Vicentina Pede Desculpas é dirigido por Gabriel Martins e estrelado por Rejane Faria. O filme retrata uma mulher de 75 anos que busca reparar os danos causados após a morte do filho, responsável por um acidente de ônibus. A narrativa acompanha o luto e o contato com as famílias das vítimas.

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Leila e a Noite

O longa Leila e a Noite se baseia na trajetória da fotógrafa Leila Alaoui, morta em 2016 durante um atentado. A obra resgata seu trabalho documental sobre os direitos de mulheres africanas em colaboração com a Anistia Internacional.

"Feito Pipa" (2026), dirigido por Allan Deberton
"Feito Pipa" (2026), dirigido por Allan Deberton - Divulgação

Feito Pipa

Exibido no Festival de Berlim, Feito Pipa, dirigido por Allan Deberton, acompanha Gugu, um menino de 11 anos que vive com a avó no interior do Ceará. O enredo trata do amadurecimento, da convivência com o Alzheimer e da busca por autonomia em um contexto conservador.

Geni e o Zepelim

Inspirado na canção de Chico Buarque, Geni e o Zepelim retoma a narrativa criada para a Ópera do Malandro. A história apresenta uma personagem marginalizada que se torna central em um momento de crise coletiva, evidenciando dinâmicas de exclusão social.

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100 Dias

Dirigido por Carlos Saldanha, 100 Dias retrata a travessia do navegador Amyr Klink no Oceano Atlântico Sul, em 1984. Baseado no livro Cem Dias entre Céu e Mar, o longa acompanha a jornada solitária e os desafios enfrentados ao longo de 100 dias.

Cena do filme "Pequenas Criaturas",  grande vencedor do Festival do Rio
Cena do filme "Pequenas Criaturas", grande vencedor do Festival do Rio - Divulgação

Pequenas Criaturas

Vencedor do Festival do Rio, Pequenas Criaturas, dirigido por Anne Pinheiro Guimarães, se passa em Brasília, em 1986. A trama segue uma mulher que reorganiza a vida familiar após ser abandonada pelo marido, abordando as transformações na dinâmica doméstica.

A Fabulosa Máquina do Tempo

Por último, o longa A Fabulosa Máquina do Tempo, de Eliza Capai, acompanha meninas do sertão do Piauí, em Guaribas. A obra observa a passagem da infância para a adolescência, além de mudanças sociais relacionadas a gênero, educação e perspectivas de futuro.

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