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Filme “Yellow Cake” com Tânia Maria aposta em sci-fi sobre dengue; veja trailer

Divulgação/Olhar Filmes

Tânia Maria em cena do filme "Yellow Cake", que mostra cientistas tentando combater o mosquito Aedes aegypti - Divulgação/Olhar Filmes
Tânia Maria em cena do filme "Yellow Cake", que mostra cientistas tentando combater o mosquito Aedes aegypti
Por Alexandre Barreto

13/03/2026 | 15h12

São Paulo - O filme brasileiro “Yellow Cake”, dirigido por Tiago Melo, teve o primeiro trailer divulgado. A produção mistura ficção científica e sátira para contar a história de um experimento nuclear criado para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue.

Após dona Sebastiana, de “O Agente Secreto”, a atriz Tânia Maria aparece nas primeiras cenas divulgadas no trailer e interpreta o papel de Dona Rita.

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Cartaz do filme "Yellow Cake" (2026)
Cartaz do filme "Yellow Cake" (2026) - Divulgação/Olhar Filmes

A trama se passa em Picuí, no sertão da Paraíba, onde um grupo de cientistas desenvolve o projeto Yellow Cake para esterilizar os mosquitos com urânio extraído da região, na tentativa de reduzir a propagação da doença.

"A proposta sempre foi trabalhar a ficção científica a partir do sertão, entendendo esse território não como cenário exótico, mas como lugar de pensamento e invenção. A escolha de Picuí, cidade real e cheia de histórias próprias, ajudou a ancorar o absurdo dentro do cotidiano", informa a Olhar Filmes.

A física nuclear Rúbia Ribeiro, interpretada por Rejane Faria, participa do experimento científico. Quando o plano falha e provoca uma crise inesperada, a pesquisadora precisa agir com o apoio de moradores e mineradores locais para conter as consequências do projeto.

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O filme parte da ideia de imaginar políticas públicas extremas para enfrentar problemas de saúde no País.

De acordo com o diretor Tiago Melo, o filme usa situações absurdas e humor sutil para construir uma sátira sobre a dependência do Brasil em relação às potências mundiais, além de criticar interferências estrangeiras e abordar o isolamento e o preconceito contra o Nordeste.

Cena do filme "Yellow Cake" (2026)
Cena do filme "Yellow Cake" (2026) - Divulgação/Olhar Filmes

"Essas críticas são contextualizadas em um cenário de incerteza global, refletindo sobre o pânico gerado pela falta de informação acerca de doenças emergentes", disse.

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A narrativa também aborda o uso de territórios periféricos como campo de testes para propostas científicas e tecnológicas.

Produzido pela Lucinda Filmes, Urânio Filmes e Jaraguá Produções, com coprodução da Cinemascópio e Olhar Filmes, o longa teve estreia mundial na competição principal do Festival Internacional de Cinema de Roterdã.

O trailer oficial apresenta os primeiros detalhes da trama e do experimento que desencadeia os acontecimentos do filme. Confira:

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