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Passagens aéreas nacionais ficaram 3% mais baratas em 2025, segundo ministério

Paulo Pinto/Agência Brasil

Segundo o Ministério de Portos e Aeroportos, 92 milhões de passageiros foram transportados pelas empresas aéreas entre janeiro e novembro - Paulo Pinto/Agência Brasil
Segundo o Ministério de Portos e Aeroportos, 92 milhões de passageiros foram transportados pelas empresas aéreas entre janeiro e novembro
Por Broadcast

08/01/2026 | 17h17

Brasília, 08/01/2026 - O preço médio das passagens aéreas em voos nacionais acumulou queda de 3% entre janeiro e novembro de 2025, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Levantamento do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), com base em dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), mostra que o valor médio do bilhete passou de R$ 658,94, em 2024, para R$ 639,22.

A redução ocorre em um contexto de aumento da oferta e do volume de passageiros no mercado doméstico. Entre janeiro e novembro, foram transportados 92 milhões de passageiros, número próximo aos 95 milhões registrados ao logo de todo o ano de 2019, até então o melhor resultado anual. A expectativa é de que a diferença seja superada com o fluxo observado em dezembro do ano passado.

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No recorte mensal, novembro registrou uma queda mais acentuada. O preço médio das passagens recuou 20% em relação ao mesmo mês de 2024, caindo de R$ 758,87 para R$ 607,85, segundo o levantamento do MPor.

Os dados mostram que mais da metade das passagens vendidas no País em novembro tiveram preço inferior a R$ 500. Quase um terço dos bilhetes foi comercializado por até R$ 300. As passagens vendidas por menos de R$ 300 representaram 28,2% do total comercializado no período. Já os bilhetes com valor inferior a R$ 500 responderam por 55,6% das vendas, enquanto apenas 6% das passagens custaram acima de R$ 1.500.

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, atribuiu a queda dos preços ao trabalho do governo em temas considerados sensíveis para o setor aéreo. "Essa queda consistente ao longo dos últimos anos é fruto do trabalho intenso em pautas sensíveis ao setor e em conjunto com a Petrobras para a redução do custo do querosene de aviação", afirmou.

(Por Luiz Araújo)

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