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Bolsonaro é internado para cirurgia no ombro; Michelle fala sobre procedimento

Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Bolsonaro se queixa de “dores recorrentes e intermitentes” no local e precisa fazer uso diário de medicação analgésica - Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
Bolsonaro se queixa de “dores recorrentes e intermitentes” no local e precisa fazer uso diário de medicação analgésica
Por Broadcast

01/05/2026 | 12h27 ● Atualizado | 15h00

Brasília - O procedimento médico ao qual se submeteu o ex-presidente Jair Bolsonaro nesta sexta-feira foi concluído no início da tarde desta sexta-feira sem intercorrências. Bolsonaro encontra-se agora em unidade de internação para controle de dor e observação clínica.

As informações constam em nota do hospital DF Star, onde está o ex-presidente. Segundo o texto, Bolsonaro foi submetido a cirurgia de reparo artroscópico do manguito rotador à direita.

A nota é assinada pelo ortopedista e cirurgião de ombro Alexandre Firmino Paniago, pelo cirurgião geral Claudio Birolini, pelos cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado, e pelo diretor geral do DF Star, Allisson B. Barcelos Borges.

Por volta das 9h30 desta manhã, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, em publicação no Instagram, infomou o momento em que o ex-presidente deu entrada no hospital.

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No Instagram, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro publicou uma fotografia da equipe médica e informou que a cirurgia foi finalizada. “Minha gratidão a toda a equipe!”, disse. Afirmou, em uma segunda publicação, que o ex-presidente já está no quarto. “A partir de agora, ficarei sem celular. Vou respondendo às mensagens de WhatsApp nos intervalos”, acrescentou.

O procedimento médico foi autorizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, após pedido da defesa. Segundo os relatórios médicos enviados ao Supremo, Bolsonaro se queixava de “dores recorrentes e intermitentes” no local e precisava fazer uso diário de medicação analgésica.

Em 27 de março, o ex-presidente teve a prisão domiciliar humanitária concedida por 90 dias por Moraes para sua recuperação, após ter alta do hospital.

Em março, Bolsonaro foi diagnosticado com “broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa” e precisou ficar internado em tratamento intensivo por duas semanas.

(Por Marianna Gualter)

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