Facebook Viva Youtube Viva Instagram Viva Linkedin Viva

Chuvas deixam 14 mortos em Juiz de Fora; cidade decreta calamidade pública

Prefeitura de Juiz de Fora

Defesa Civil de Juiz de Fora estima que 440 pessoas estejam desabrigadas - Prefeitura de Juiz de Fora
Defesa Civil de Juiz de Fora estima que 440 pessoas estejam desabrigadas
Por Estadão Conteúdo

24/02/2026 | 09h44

São Paulo, 24/02/2026 - A Prefeitura de Juiz de Fora confirmou 14 mortes em decorrência das fortes chuvas que atingiram a cidade mineira na noite de segunda-feira, 23.

Os óbitos foram registrados em sete endereços diferentes. Segundo a gestão municipal, as buscas por desaparecidos continuam nesta terça-feira, 24. Ao todo, foram registradas 251 ocorrências relacionadas às chuvas.

Durante a madrugada desta terça-feira, a prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT-MG), anunciou que decretou estado de calamidade pública. “Quem tentou andar pela cidade hoje sabe que os bairros estão ilhados”, disse Margarida.

A Defesa Civil de Juiz de Fora estima que 440 pessoas estejam desabrigadas. De acordo com a prefeitura, até segunda-feira, já havia chovido mais que o dobro do esperado para o mês, o que tornou este o fevereiro mais chuvoso da história.

As aulas foram suspensas em toda as instituições de ensino da pública da rede municipal nesta terça-feira.

O Rio Paraibuna transbordou em diferentes pontos e, por isso, a Ponte Vermelha, no bairro Santa Terezinha, e o Mergulhão da Avenida Barão do Rio Branco, no centro, foram bloqueados.

Alerta laranja

Na segunda-feira, 23, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) incluiu áreas do Estado de São Paulo em um alerta laranja para o risco de tempestade — a medida vale até a noite da próxima sexta-feira, 27.

A divulgação indica precipitação entre 50 mm/dia e 100 mm/dia e ventos intensos que podem variar entre 60 km/h e 100 km/h.

O alerta laranja vale para os seguintes Estados e regiões:

  • Região norte do Estado de São Paulo;
  • Rio de Janeiro;
  • Minas Gerais;
  • Espírito Santo;
  • Tocantins;
  • Grande parte da Bahia;
  • Trechos do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Piauí, Goiás, Maranhão, Pará e Distrito Federal.

Nessas áreas, o Inmet aponta que existe um risco maior de alagamentos, corte de energia elétrica, estragos em plantações e queda de árvores.

A recomendação do instituto é de que, em caso de fortes rajadas de vento, a pessoa não busque abrigo debaixo de árvores, pois há risco de queda e descarga elétrica. Caso esteja em casa, se possível, é recomendado desligar os aparelhos eletrônicos, além do quadro geral de energia.

Para mais informações sobre uma área específica, o instituto recomenda ligar para a Defesa Civil (telefone 199) ou para o Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Comentários

Política de comentários

Este espaço visa ampliar o debate sobre o assunto abordado na notícia, democrática e respeitosamente. Não são aceitos comentários anônimos nem que firam leis e princípios éticos e morais ou que promovam atividades ilícitas ou criminosas. Assim, comentários caluniosos, difamatórios, preconceituosos, ofensivos, agressivos, que usam palavras de baixo calão, incitam a violência, exprimam discurso de ódio ou contenham links são sumariamente deletados.

Gostou? Compartilhe

Últimas Notícias