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Ministro iraniano anuncia retaliação após ataques ao país

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Uma agência do banco mais antigo do país foi bombardeada, segundo o ministro - Adobe Stock
Uma agência do banco mais antigo do país foi bombardeada, segundo o ministro
Por Broadcast

11/03/2026 | 20h11

São Paulo - O ministro das Relações Exteriores do Irã, Seyed Abbas Araghchi, anunciou que a infraestrutura nacional do país está sob ataque, e prometeu retaliação. "As poderosas forças armadas irão retaliar pelo crime", afirmou Araghchi, em uma postagem na rede social X. Ele destacou que uma agência do banco mais antigo do país foi bombardeada enquanto estava cheia de funcionários. Em resposta, o comando militar iraniano anunciou ataques a bancos e instituições financeiras no Oriente Médio, ameaçando especialmente Dubai, Arábia Saudita e Bahrein.

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Escalada de conflitos

No fim do dia, os ataques iranianos se intensificaram com o bombardeio do porto de Salalah, em Omã, e incêndios em petroleiros no Iraque. O ministério das Relações Exteriores do Kuwait condenou a ação, classificando-a como uma "escalada perigosa". Vídeos mostram nuvens de fumaça e chamas em Omã, enquanto drones iranianos atingiram áreas próximas ao aeroporto de Dubai, ferindo quatro pessoas. No Iraque, petroleiros foram atacados, resultando em incêndios e evacuação de tripulantes. Em Teerã, testemunhas relataram intensos ataques aéreos e o zumbido de drones.

O presidente dos EUA, Donald Trump, justificou as ações militares no Irã como necessárias para evitar ataques futuros. “Neutralizamos a Marinha do Irã e 31 embarcações usadas para lançar minas navais”, disse o presidente americano após afirmar que Teerã estaria instalando minas marítimas na região. “Teríamos que atualizar de hora em hora o que estamos destruindo deles”, acrescentou.

Ele também mencionou a liberação de 400 milhões de barris de petróleo pela AIE para conter a alta dos preços.

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Espanha

As tensões diplomáticas entre EUA e Espanha se intensificaram após críticas de Trump ao governo espanhol, ameaçando interromper o comércio com o país. A Espanha se recusou a permitir o uso de suas bases militares para operações americanas contra o Irã, defendendo uma solução diplomática. A Comissão Europeia manifestou solidariedade à Espanha, pronta para proteger os interesses da UE.

(Por Laís Adriana, Darlan de Azevedo, Patricia Lara, Pedro Lima e Matheus Andrade, especial para o Broadcast)

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