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Trump ameaça elevar tarifas sobre carros e caminhões da UE para 25%

Molly Riley/Casa Branca

Trump disse que  União Europeia (UE)  não cumpre completamente o acordo comercial - Molly Riley/Casa Branca
Trump disse que União Europeia (UE) não cumpre completamente o acordo comercial
Por Broadcast

01/05/2026 | 15h18

São Paulo, 01/05/2026 - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou nesta sexta-feira elevar, na próxima semana, as tarifas sobre importações de carros e caminhões da União Europeia para 25%, com o argumento de que o bloco não está cumprindo integralmente o atual acordo comercial.

Em postagem na Truth Social, Trump disse, porém, que "não haverá tarifa" se a UE passar a produzir os veículos nos EUA.

Leia também: Para garantir início do acordo Mercosul-UE, governo define regras para cotas

Ainda na publicação, Trump afirmou que muitas fábricas de automóveis e caminhões estão sendo construídas nos EUA, "com investimentos de mais de 100 bilhões de dólares - um RECORDE na história" da indústria do setor.

Depois, em conversa com jornalistas, Trump voltou a criticar a União Europeia (UE) por "não cumprir completamente" o acordo comercial.

Trump justificou a aplicação de tarifas de 25% sobre carros e caminhões europeus como um incentivo para que o bloco mova a produção de automóveis para os EUA de modo mais rápido.

Sobre sua viagem para a China, o republicano adotou tom positivo ao afirmar que o encontro com o seu homólogo chinês, Xi Jinping, será "ótimo".

Oriente Médio

Em relação ao Oriente Médio, Trump comentou sobre a liderança política na região, afirmando ter "grande respeito" pelo Paquistão e o governo no poder. Questionado sobre o Iraque, o presidente ressaltou que o novo primeiro-ministro, Ali al-Zaidi, é alguém apoiado "fortemente" pelos EUA. Zaidi foi nomeado ao cargo na última segunda-feira, 27.

Economia americana

O republicano elogiou o desempenho recente dos mercados acionários americanos, que atingiram novas máximas históricas apesar do cenário geopolítico global. "Também temos mais pessoas trabalhando do que jamais tivemos antes e, assim que a guerra acabar, os preços do petróleo e da gasolina vão cair significativamente", disse, voltando a justificar o conflito como "essencial" para impedir que o Irã possua armas nucleares.

(Por Laís Adriana e Sergio Caldas)

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