Trump diz que não há como retroceder em relação à Groenlândia
Casa Branca/Divulgação
20/01/2026 | 09h18
São Paulo, 20/01/2026 - Em publicação na rede Truth Social na madrugada desta terça-feira, 20, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reafirmou que a Groenlândia é essencial para a segurança dos EUA e do mundo e que segue disposto a incorporar a ilha ao território do país. "Não há como retroceder. Sobre isso, todos concordam", afirmou.
Trump relatou ainda que conversou por telefone com o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Mark Rutte, sobre a Groenlândia e que está disposto a participar de uma reunião de uma reunião com líderes europeus em Davos, na Suíça, durante o Fórum Econômico Mundial.
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O presidente americano reiterou que os Estados Unidos são o único país capaz de garantir a paz mundial. "E isso é feito, de forma bastante simples, através da FORÇA!", escreveu. Segundo Trump, os Estados Unidos são a nação mais poderosa do planeta por causa dos investimentos militares que realizou no primeiro mandato e na atual gestão.
Crítica ao Reino Unido
Em suas postagens, Trump também criticou o Reino Unido pela devolução da Ilha de Diego Garcia à antiga colônia inglesa de Ilhas Maurício, no Oceano Índico, "sem motivo algum". Diego Garcia abriga uma base militar americana, que Trump classificou como vital. "Não há dúvida de que China e Rússia notaram este ato de total fraqueza", escreveu.
China e Rússia "são potências Internacionais que apenas reconhecem a FORÇA", prosseguiu. E é pelo uso da força que "os Estados Unidos da América, sob minha liderança, são agora, apenas um ano depois [da posse de Trump], respeitados como nunca", afirmou o líder americano.
Trump classificou o ato do governo britânico como uma "grande estupidez" e afirmou que ele se junta à lista de razões pelas quais acredita que os Estados Unidos precisam assumir o controle da Groenlândia. "A Dinamarca e seus aliados europeus têm que FAZER A COISA CERTA", concluiu.
Na publicação, Trump ainda qualificou o Reino Unido como "nosso 'brilhante' aliado da Otan", em referência à Organização do Tratado do Atlântico Norte.
(Por Vinícius Novais)
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