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Eleições 2026

Caiado declara apoio “integral” a Flávio Bolsonaro no 2º turno

No evento em Goiânia, Caiado entregou propostas convergentes e prometeu mobilização em Goiás; União Brasil-PP e Zema também declararam apoio

Broadcast

Por Broadcast

06/10/2026 | 19h48

Valter Camargo/Agência Brasil

Ex-governador de Goiás disse que, se fosse eleito, daria indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) - Valter Camargo/Agência Brasil
Ex-governador de Goiás disse que, se fosse eleito, daria indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)
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Ronaldo Caiado, candidato derrotado à Presidência, anunciou apoio integral a Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições, prometendo mobilização total em Goiás para garantir uma vitória ao candidato do PL contra Luiz Inácio Lula da Silva.

Caiado, que obteve 2,18% dos votos válidos, entregou a Flávio um documento com propostas em comum.

Além do apoio de Caiado, o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e a federação União Brasil-PP também manifestaram apoio a Flávio, que obteve 47,03% dos votos no primeiro turno, enquanto Lula teve 45,16%, com o segundo turno marcado para 25 de outubro.

Resumo gerado por IA

São Paulo - Ronaldo Caiado (PSD), candidato derrotado à Presidência, oficializou nesta terça-feira, 6, em Goiânia (GO), apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições à Presidência contra o petista Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou que o endosso será “integral e de corpo inteiro”. “A mobilização para Flávio será em tempo integral. Goiás dará maior votação a Flávio Bolsonaro”, disse Caiado, durante evento ao lado do senador.

No discurso, ele afirmou que o “Zero Um” já “ganhou eleição” e voltou a acenar ao bolsonarismo ao dizer que, se fosse eleito, daria indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está preso. Caiado entregou a Flávio um documento com propostas convergentes entre as duas campanhas e declarou que sua mulher, a senadora eleita Gracinha Caiado (União), votaria com as medidas do candidato do PL. Caiado registrou 2,18% dos votos válidos, com 2,6 milhões de votos.

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Gritos de “ministro”

Durante a cerimônia, apoiadores gritaram “ministro” para Caiado. Ele reagiu afirmando que uma eventual decisão caberia a Flávio, caso eleito. “Nesse assunto, precisamos respeitar o presidente da República”, afirmou. Flávio evitou comentar se indicaria Caiado para um ministério, mas ressaltou alinhamento.

Zema e União-PP

Ontem, o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), 6º colocado no primeiro turno com pouco mais de 326 mil votos (0,27% dos válidos), também tinha manifestado apoio a Flávio em vídeo no Instagram. Disse que é preciso “tirar os intocáveis de Brasília”, termo usado por ele para se referir a ministros do Supremo Tribunal Federal e à elite do funcionalismo público. Augusto Cury (Avante) e Renan Santos (Missão), terceiro e quarto colocados no primeiro turno, não declararam apoio a nenhum dos candidatos até o momento.

Em Brasília, a federação União Brasil-PP decidiu também nesta terça-feira, por aclamação, apoiar Flávio no segundo turno. O anúncio foi feito pelos líderes no Senado, Tereza Cristina (MS), e na Câmara, e Dr. Luizinho (RJ), após reunião das executivas e bancadas.

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Flávio teve 47,03% dos votos válidos no primeiro turno, contra 45,16% de Lula. O segundo turno ocorre em 25 de outubro.

(Por Naomi Matsui - enviada especial, Daniel Tozzi, Daniel Galvão e Gabriel Máximo)

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