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Pomada capilar exige cuidados: veja o que conferir antes de usar o produto

Anvisa orienta consumidores a consultar a lista de pomadas autorizadas e conferir o número do processo antes de comprar ou utilizar

Alexandre Barreto

Por Alexandre Barreto

02/10/2026 | 12h49

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Pomadas capilares são usadas para trançar, modelar ou fixar os cabelos, mas exigem atenção antes do uso - Magnific
Pomadas capilares são usadas para trançar, modelar ou fixar os cabelos, mas exigem atenção antes do uso
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A Anvisa alerta sobre a importância de verificar se as pomadas capilares estão autorizadas antes do uso, já que a regularização de um produto não garante a de todos os itens da mesma marca, podendo comprometer a saúde dos consumidores.

A agência recomenda que tanto consumidores quanto profissionais de beleza consultem a lista de pomadas autorizadas e verifiquem o número do processo na embalagem, especialmente em compras online.

Além de conferir a autorização, a Anvisa sugere adquirir produtos em estabelecimentos regulares e estar atento a promessas de resultados milagrosos, ressaltando que as pomadas são cosméticos e não tratamentos para doenças.

Resumo gerado por IA

São Paulo - Comumente utilizadas para trançar, modelar ou fixar os cabelos, as pomadas capilares requerem cuidados para não comprometer a saúde. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) orienta consumidores e profissionais a verificar individualmente se o produto está autorizado antes de comprar ou usar.

O órgão explica que o fato de uma outra pomada da mesma marca estar regularizada não significa que todos os itens do fabricante estejam liberados. "As embalagens podem ser parecidas e as finalidades podem ser as mesmas, mas cada cosmético deve ser conferido individualmente", informou.

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Como consultar se a pomada está autorizada?

Antes de comprar uma pomada capilar, consulte o nome completo do produto na lista de pomadas autorizadas pela Anvisa. A orientação vale para consumidores, salões de beleza, profissionais e estabelecimentos comerciais.

Apenas pomadas que constam na relação podem ser utilizadas e comercializadas, destacou a Anvisa Também é necessário conferir o número do processo, que aparece na embalagem. A identificação segue o formato 25351.XXXXXX/20XX-XX.

Em compras pela internet, se o número não estiver disponível no anúncio, a recomendação é pedir a informação ao vendedor antes de finalizar o pedido.

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Cuidados antes de usar pomada capilar

Além de verificar a autorização, a Anvisa orienta:

  • Comprar produtos em estabelecimentos regularizados e verificar a procedência;
  • Conferir as instruções e advertências presentes no rótulo;
  • Não utilizar a pomada caso não seja possível confirmar sua autorização;
  • Desconfiar de promessas de tratamentos ou resultados milagrosos.

Outro ponto destacado pela agência é que as pomadas destinadas a trançar, modelar ou fixar os cabelos são cosméticos e não devem ser apresentadas como produtos capazes de tratar ou curar doenças, como calvície, alopecia ou dermatite seborreica.

"A regularização sanitária permite que a Anvisa acompanhe o produto conforme as exigências aplicáveis à categoria. Isso, porém, não dispensa os cuidados de uso nem descarta reações indesejadas", ressaltou.

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Como informar uma reação à Anvisa?

Ao registrar uma reação adversa, informe, sempre que possível: o nome completo da pomada, o fabricante e o número do processo na Anvisa. Além disso, é importante descrever qual foi a reação e em quais circunstâncias ela aconteceu.

Por exemplo, fotografias da frente e do verso da embalagem podem ajudar na identificação do produto, principalmente quando houver dificuldade para localizar ou transcrever os dados.

Desde 2023, a Anvisa recebeu 727 notificações relacionadas a pomadas, sendo que 431 não informaram o nome da empresa. "O dado reforça a importância de preencher esse campo sempre que a informação estiver disponível", pontuou.

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As reações adversas podem ser registradas pelo formulário de notificação da Anvisa e pelo e-Notivisa, sistema destinado à comunicação de problemas relacionados a produtos sujeitos à vigilância sanitária.

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