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Brasil defende pacto contra feminicídio durante encontro do Mercosul

Roberto Parizotti/Fotospublicas

Plano é articular um sistema de cooperação entre os países do bloco para fortalecer políticas de prevenção - Roberto Parizotti/Fotospublicas
Plano é articular um sistema de cooperação entre os países do bloco para fortalecer políticas de prevenção
Por Fabiana Holtz

23/05/2026 | 16h32

São Paulo - A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, apresentou nesta sexta-feira (22) um plano de criação de um pacto regional contra o feminicídio durante a 26ª Reunião de Ministras e Altas Autoridades da Mulher do Mercosul (RMAAM), em Assunção, no Paraguai. A proposta tem como base o modelo brasileiro

A intenção, segundo Lopes, é articular um sistema de cooperação entre os países do bloco para fortalecer políticas de prevenção da violência, proteção e ampliação do acesso à justiça.

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A ideia recebeu apoio do Uruguai, enquanto representantes da Argentina disseram que vão realizar consultas internas. Os uruguaios, inclusive, afirmaram que devem dar continuidade ao debate durante sua presidência do Mercosul.

Ambientes virtuais

Durante o encontro o Brasil ainda apresentou medidas relacionadas à regulamentação das plataformas digitais e ao enfrentamento da violência contra mulheres nos ambientes virtuais, bem como os resultados dos primeiros 100 dias do Pacto Brasil contra o Feminicídio

Como resultado do recente pacto brasileiro, segundo dados do Ministério, foram presos 6,3 mil agressores, a prazo de análise de medidas protetivas caiu de 16 para até três dias.

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A maior cooperação regional para enfrentar as desigualdades também foi exaltada pela ministra da Mulher do Paraguai, Alicia Pomata, durante o encontro.

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