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Endividamento das famílias vai a 49,9% e se iguala a recorde histórico

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Governo finaliza um pacote para reduzir endividamento das famílias - Adobe Stock
Governo finaliza um pacote para reduzir endividamento das famílias
Por Broadcast

27/04/2026 | 10h46

Brasília - O endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro atingiu 49,9% em fevereiro, ante 49,8% em janeiro (revisado de 49,7%), informou o Banco Central nesta segunda-feira, 26. O resultado se iguala ao então recorde histórico da série, que havia sido atingido em julho de 2022 (49,9%).

Descontadas as dívidas imobiliárias, o endividamento passou de 31,3% em janeiro para 31,4% em fevereiro.

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O comprometimento de renda das famílias com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) subiu de 29,5% (revisado, de 29,3%) para 29,7%. Sem contar os empréstimos imobiliários, passou de 27,2% (revisado, de 27,1%) para 27,4%.

Com quase metade da renda das famílias consumida por dívidas bancárias, o governo finaliza um pacote de socorro, que se soma a medidas planejadas para dar novo fôlego ao consumo e impedir uma desaceleração mais acentuada da economia.

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O Desenrola 2.0, como está sendo chamado o conjunto de medidas discutidas para reduzir o endividamento, vem para adiar ou, ao menos, suavizar o processo de perda de poder aquisitivo que se desenhava a partir dos pagamentos de dívidas assumidas a juros mais altos e do avanço da inflação após a escalada do petróleo. 

Carros e imóveis

O estoque das operações de crédito direcionado para habitação no segmento pessoa física cresceu 1% em março, na comparação com fevereiro, informou o Banco Central. O saldo atingiu R$ 1,339 trilhão, uma alta de 11,6% em 12 meses.

Já estoque de operações de crédito livre para compra de veículos por pessoa física cresceu 0,8% em março, para R$ 411,627 bilhões. No acumulado de 12 meses, sobe 16%.

(Por Marianna Gualter e Mateus Maia)

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