Dia do Beijo: descubra a origem e os benefícios desse gesto romântico
Envato
São Paulo - Hoje (13/04), é comemorado o Dia do Beijo, uma das datas mais românticas do calendário. O gesto, que simboliza afeto e conexões profundas, que foi imortalizada em cenas de filmes do cinema, e também pode ajudar na saúde menta e até auxiliar na queima de calorias.
A escolha do dia 13 de abril para celebrar o beijo tem uma origem curiosa. Segundo a tradição, no século XIX, na Itália, vivia um jovem chamado Enrique Porchelo, conhecido por ter beijado todas as mulheres de sua vila.
Leia também: Livro de poesia retrata o Cerrado através dos olhos e sentimentos de alunas 60+
Em 13 de abril de 1882, um padre local teria oferecido um prêmio em moedas de ouro para a mulher que nunca tivesse sido beijada por Enrique. Conta a lenda que nenhuma apareceu para reclamar o prêmio. O boato se espalhou e a data passou a ser celebrada mundialmente como o Dia do Beijo.
Benefícios do beijo
Se você sentiu o coração acelerar durante um beijo apaixonado, saiba que não é apenas força de expressão. De acordo com o preparador físico Caio Signoretti, consultor da Probiótica, um beijo intenso pode elevar a frequência cardíaca a até 150 batimentos por minuto.
A mecânica do ato envolve a ativação de dezenas de músculos faciais, gerando um gasto energético que varia entre 2 e 6 calorias por minuto. Embora Signoretti ressalte que o beijo não substitui uma ida à academia, ele o compara a atividades leves, como uma caminhada lenta.
O beijo pode até elevar a frequência cardíaca, liberando hormônios do bem-estar, mas para benefícios cardiovasculares reais, é necessário apostar em atividades aeróbicas moderadas a intensas.”
O educador físico também pondera que, mesmo longe de ser considerado exercício físico intenso, beijar contribui para a saúde integral de cada pessoa, ao promover conexão emocional, bem-estar e redução do cortisol (ligado ao estresse), o que favorece equilíbrio psicológico e até respostas fisiológicas mais saudáveis.
Leia também: Prazer feminino após os 50: mudanças do corpo impactam a sexualidade
Do streaming ao cinema clássico
O beijo é o ápice narrativo de muitas produções. Atualmente, plataformas como o Viki oferecem coleções dedicadas ao tema, com dramas asiáticos (K-Dramas e C-Dramas) como: "Adorável Corredora"; "A Primeira Noite com o Duque", "Brilho Radiante", entre outros, que fazem os fãs suspirarem.
Mas se você prefere revisitar o passado, conheçao cinco beijos icônicos do cinema antigo que definiram gerações:
1. ...E o Vento Levou (1939): O beijo arrebatador de Rhett Butler (Clark Gable) e Scarlett O'Hara (Vivien Leigh) contra um céu em chamas é o símbolo máximo do épico hollywoodiano.
2. Casablanca (1942): O reencontro de Rick (Humphrey Bogart) e Ilsa (Ingrid Bergman) em Paris define o conceito de "beijo de despedida" inesquecível.
3. A Um Passo da Eternidade (1953): O beijo de Burt Lancaster e Deborah Kerr nas areias do Havaí, com as ondas quebrando sobre eles, é uma das imagens mais sensuais da era clássica.
4. A Dama e o Vagabundo (1955): Quem disse que animação não faz história? O beijo acidental enquanto dividem um fio de espaguete é um dos momentos mais doces do cinema.
5. Bonequinha de Luxo (1961): Sob uma chuva torrencial em Nova York, o beijo final entre Audrey Hepburn e George Peppard prova que o amor pode ser encontrado até nos momentos mais caóticos.
Seja pela saúde, pela beleza ou pela inspiração cinematográfica, o 13 de abril nos lembra que um beijo é, acima de tudo, uma forma de comunicação. E aí, vai beijar hoje?
Comentários
Política de comentários
Este espaço visa ampliar o debate sobre o assunto abordado na notícia, democrática e respeitosamente. Não são aceitos comentários anônimos nem que firam leis e princípios éticos e morais ou que promovam atividades ilícitas ou criminosas. Assim, comentários caluniosos, difamatórios, preconceituosos, ofensivos, agressivos, que usam palavras de baixo calão, incitam a violência, exprimam discurso de ódio ou contenham links são sumariamente deletados.
