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Dia do Beijo: descubra a origem e os benefícios desse gesto romântico

O Dia do Beijo surgiu no século XIX, na Itália, onde vivia um jovem chamado Enrique Porchelo, conhecido por ter beijado todas as mulheres de sua vila

Alessandra Taraborelli

Por Alessandra Taraborelli

13/04/2026 | 11h55 ● Atualizado | 11h56

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Dia do Beijo: gesto simboliza afeto e conexões profundas - Envato
Dia do Beijo: gesto simboliza afeto e conexões profundas
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São Paulo - Hoje (13/04), é comemorado o Dia do Beijo, uma das datas mais românticas do calendário. O gesto, que simboliza afeto e conexões profundas, que foi imortalizada em cenas de filmes do cinema, e também pode ajudar na saúde menta e até auxiliar na queima de calorias.

A escolha do dia 13 de abril para celebrar o beijo tem uma origem curiosa. Segundo a tradição, no século XIX, na Itália, vivia um jovem chamado Enrique Porchelo, conhecido por ter beijado todas as mulheres de sua vila.

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Em 13 de abril de 1882, um padre local teria oferecido um prêmio em moedas de ouro para a mulher que nunca tivesse sido beijada por Enrique. Conta a lenda que nenhuma apareceu para reclamar o prêmio. O boato se espalhou e a data passou a ser celebrada mundialmente como o Dia do Beijo.

Benefícios do beijo 

Se você sentiu o coração acelerar durante um beijo apaixonado, saiba que não é apenas força de expressão. De acordo com o preparador físico Caio Signoretti, consultor da Probiótica, um beijo intenso pode elevar a frequência cardíaca a até 150 batimentos por minuto.

A mecânica do ato envolve a ativação de dezenas de músculos faciais, gerando um gasto energético que varia entre 2 e 6 calorias por minuto. Embora Signoretti ressalte que o beijo não substitui uma ida à academia, ele o compara a atividades leves, como uma caminhada lenta.

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O beijo pode até elevar a frequência cardíaca, liberando hormônios do bem-estar, mas para benefícios cardiovasculares reais, é necessário apostar em atividades aeróbicas moderadas a intensas.”

O educador físico também pondera que, mesmo longe de ser considerado exercício físico intenso, beijar contribui para a saúde integral de cada pessoa, ao promover conexão emocional, bem-estar e redução do cortisol (ligado ao estresse), o que favorece equilíbrio psicológico e até respostas fisiológicas mais saudáveis.

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Do streaming ao cinema clássico

O beijo é o ápice narrativo de muitas produções. Atualmente, plataformas como o Viki oferecem coleções dedicadas ao tema, com dramas asiáticos (K-Dramas e C-Dramas) como: "Adorável Corredora"; "A Primeira Noite com o Duque", "Brilho Radiante", entre outros, que fazem os fãs suspirarem.

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Mas se você prefere revisitar o passado, conheçao cinco beijos icônicos do cinema antigo que definiram gerações:

1. ...E o Vento Levou (1939): O beijo arrebatador de Rhett Butler (Clark Gable) e Scarlett O'Hara (Vivien Leigh) contra um céu em chamas é o símbolo máximo do épico hollywoodiano.

2. Casablanca (1942): O reencontro de Rick (Humphrey Bogart) e Ilsa (Ingrid Bergman) em Paris define o conceito de "beijo de despedida" inesquecível.

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3. A Um Passo da Eternidade (1953): O beijo de Burt Lancaster e Deborah Kerr nas areias do Havaí, com as ondas quebrando sobre eles, é uma das imagens mais sensuais da era clássica.

4. A Dama e o Vagabundo (1955): Quem disse que animação não faz história? O beijo acidental enquanto dividem um fio de espaguete é um dos momentos mais doces do cinema.

5. Bonequinha de Luxo (1961): Sob uma chuva torrencial em Nova York, o beijo final entre Audrey Hepburn e George Peppard prova que o amor pode ser encontrado até nos momentos mais caóticos.

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Seja pela saúde, pela beleza ou pela inspiração cinematográfica, o 13 de abril nos lembra que um beijo é, acima de tudo, uma forma de comunicação. E aí, vai beijar hoje? 

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