CONFIRA

Anac proíbe homem de voar por 6 meses após expor órgão sexual em avião

O caso, registrado em voo entre Belém e Campinas, é o primeiro a ser punido sob nova resolução da agência sobre indisciplina a bordo

Estadão Conteúdo

Por Estadão Conteúdo

25/09/2026 | 13h33 ● Atualizado | 13h52

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Além de ser vetado em voos por seis meses, passageiro também foi multado pela Anac em R$ 17,5 mil - AdobeStock
Além de ser vetado em voos por seis meses, passageiro também foi multado pela Anac em R$ 17,5 mil
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Um passageiro teve seu direito de voar suspenso por seis meses e foi multado em R$ 17,5 mil após expor a genitália e urinar em área comum durante um voo da Azul entre Belém e Campinas, sendo essa a primeira punição sob nova resolução da Anac que penaliza indisciplina a bordo.

O incidente ocorreu em 18 de setembro, e a Anac não divulgou a identidade do infrator, que não teve sua defesa localizada, evidenciando a aplicação rigorosa das novas normas que classificam condutas como gravíssimas.

A Azul comunicou a Anac e outras companhias aéreas sobre a inclusão do nome do passageiro na lista de suspensão, enquanto a nova regulamentação estabelece uma gradação de sanções para diferentes níveis de indisciplina, garantindo o direito à defesa em processos administrativos.

Resumo gerado por IA

São Paulo - Um passageiro teve o direito de voar suspenso por seis meses depois de expor a genitália e urinar em área comum durante um voo entre Belém, no Pará, e Campinas, em São Paulo. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), além da suspensão, o passageiro foi multado em R$ 17,5 mil.

O caso foi registrado em um voo da Azul, no dia 18 de setembro. É o primeiro caso de punição por ato gravíssimo de indisciplina desde a entrada em vigor da resolução da Anac que pune passageiros indisciplinados, editada em 14 de setembro. A agência não divulgou o nome do infrator. Desta forma, a defesa não foi localizada.

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A norma prevê a aplicação de multa administrativa para infrações graves, além da suspensão do direito de voar por até 12 meses para condutas classificadas como gravíssimas.

A Azul enquadrou o ato de indisciplina como gravíssimo e comunicou à Anac e às demais empresas aéreas do País a inclusão do nome do homem na lista de passageiros com direito de voar suspenso.

Norma prevê gradação de sanções

A regulamentação fixa uma gradação de sanções que começa com orientação formal e advertência em episódios leves. Para condutas graves, que incluem agressões em solo, falso alarme sobre armas ou explosivos, é estabelecida uma multa.

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Já nos casos gravíssimos, como agressão a tripulantes, tentativa de invasão da cabine de comando e manuseio não autorizado de explosivos, a norma determina o cancelamento do bilhete, a proibição de embarque em voos domésticos e o reembolso das passagens futuras.

A aplicação das penalidades de multa e impedimento de voar depende da conclusão de processo administrativo, assegurando o direito de ampla defesa ao passageiro.

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