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Corrupção lidera ranking de preocupações do brasileiro, diz AtlasIntel

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Para 60% dos brasileiros, corrupção é o maior problema do País
Por Broadcast

26/03/2026 | 08h30

São Paulo - A corrupção encabeça a lista das principais preocupações do País, segundo 59,9% dos entrevistados por pesquisa AtlasIntel em conjunto com Bloomberg divulgada nesta quinta-feira, 26, uma alta de 5,6 pontos porcentuais ante fevereiro.

Segundo o estudo, a reta final da CPMI do INSS atua como maior vetor de exposição da corrupção nas instituições. "Pode ajudar a explicar a dominância do tema na agenda pública", afirma o relatório do levantamento.

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Criminalidade e tráfico (53%) continuam como preocupações importantes com grande intervalo acima de economia e inflação (24,9%). Em seguida no ranking, vem a situação da saúde, com 18,6%, a violência contra a mulher e o feminicídio, com 14,9%, e o extremismo e a polarização política, com 13,1%.

As menores preocupações são referentes a estradas, portos e aeroportos (0,7%), mudança dos valores tradicionais (1,1%) e violência policial (3%).

Situação econômica

A pesquisa divulgada hoje mostra ainda que 57% avaliam como ruim a situação econômica do Brasil, 33%, como boa, e 10%, normal. Em relação às expectativas econômicas, 51% afirmam que vai piorar, 35%, que vai melhorar, e 15%, ficará igual.

Neste momento, as avaliações boa e ruim da situação do emprego tem o mesmo índice, de 38%, enquanto 24% dizem estar normal. Já a situação da família é vista como boa por 39%, ruim por 35% e normal por 26%.

Em relação às expectativas, 37% consideram que a situação da família vai melhorar ante 33% que vai piorar e 30% que ficará igual. Quanto ao emprego, 41% esperam piora, 34% melhora e 24% que ficará igual.

A percepção de inflação atual oscilou de 5,3 em fevereiro para 5,5 pontos porcentuais. Já a expectativa de inflação variou de 4,8% em fevereiro para 5,5% em março.

"O cenário de bloqueio no Estreito de Ormuz e o potencial impacto inflacionário no preço dos combustíveis e alimentos contribui para gerar incertezas no médio e longo prazo", diz o estudo.

O levantamento entrevistou uma amostra de 5.028 respondentes entre o público alvo da população adulta brasileira. A metodologia foi recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de 1 ponto porcentual para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O período de coleta foi de 18 a 23 de março.

(Por Daniel Galvão)

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