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Lula: Brasil não está em outro patamar porque sempre se diz que 'gasta muito'

Ricardo Stuckert/PR

A ex-presidente Dilma Rousseff e o presidente Lula em anúncio de programa do SUS - Ricardo Stuckert/PR
A ex-presidente Dilma Rousseff e o presidente Lula em anúncio de programa do SUS

Por Gabriel Hirabahasi, da Broadcast

redacao@viva.com.br
07/01/2026 | 13h56
Brasília, 07/01/2025 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira, 7, que o Brasil não está “em outro patamar” porque “nesse País sempre se utilizou a palavra ‘gasta-se muito’”.
“Quando a gente determina um projeto, não podemos ouvir a palavra ‘não tem dinheiro’, ‘não posso fazer’. O Brasil não está mais avançado, melhor ou em outro patamar, porque nesse País sempre se utilizou a palavra ‘gasta-se muito’, ‘é muito caro’, ‘não dá para fazer’. E a gente nunca se perguntou quanto custou a gente não ter feito as coisas na hora em que deveria fazer”, afirmou o presidente durante cerimônia de anúncio da Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes do SUS.
Lula criticou a derrubada da CPMF e disse que o Congresso, em 2007, a derrubou “achando que iam me prejudicar”. Afirmou que o SUS perdeu bilhões de reais por ano por causa disso.
“Passamos todos esse tempo faltando a CPMF que tão bem poderia ter ajudado a saúde neste País”, declarou.

O anúncio 

Em cerimônia na manhã desta quarta-feira (7/1), no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciaram a Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes do SUS e a assinatura do contrato de empréstimo do banco do Brics para implantação do primeiro hospital inteligente do Brasil.

A iniciativa visa modernizar o SUS com tecnologias digitais avançadas, a fim de tornar o atendimento mais ágil, reduzindo em até cinco vezes o tempo de espera por serviços em situações de urgência e emergência.

Lula elogiou o SUS e pediu que os recursos emprestados pelo Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), o Banco dos Brics, para a construção de hospitais inteligentes sejam aplicados rapidamente.
O presidente citou a presidente do NDB, Dilma Rousseff, o Ministério da Fazenda e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para pedir que o dinheiro seja aplicado logo. Padilha disse que a construção do hospital deve demorar de três a quatro anos.
Palavras-chave Brics IA SUS hospital

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