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Presidente da CPI do INSS deve pedir prorrogação dos trabalhos ao STF

Carlos Moura/Agência Senado

A CPI, que deve acabar em três semanas, quer mais 60 dias - Carlos Moura/Agência Senado
A CPI, que deve acabar em três semanas, quer mais 60 dias
Por Bárbara Ferreira

04/03/2026 | 18h02

São Paulo, 04/03/2026 -  O presidente da CPI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), disse em entrevista coletiva nesta quarta-feira, 4, que deve pedir a prorrogação dos trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS por um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF). 

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Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado, teria solicitado mais tempo para analisar o pedido de prorrogação no Congresso, contou Viana. Segundo o Estadão, Alcolumbre disse a interlocutores que não vai autorizar a prorrogação da CPI do INSS.

O prazo para o encerramento das atividades da CPI é 28 de março, em três semanas. A CPI quer mais 60 dias. A justificativa é de que os documentos das quebras de sigilos de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e do Banco Master ainda não chegaram para análise da comissão.

Anulação das quebras de sigilo

Uma decisão liminar proferida pelo ministro do STF, Flávio Dino, anulou as quebras de sigilos bancário e fiscal da empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, também nesta quarta-feira, 4.

Em nota divulgada nas redes sociais, Carlos Viana disse que o presidente do Congresso já havia reconhecido a legalidade da votação realizada na CPMI. “A Comissão apenas exerceu seu dever constitucional de autorizar medidas investigativas, como fazem CPls no Congresso Nacional há décadas. Investigar não é condenar. Investigar é buscar a verdade”, escreveu. 

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