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Presos neste sábado por trama golpista passarão por audiência de custódia

Antônio Augusto/STF

Na sexta-feira, 26, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, decretou a prisão preventiva de Silvinei, que rompeu a tornozeleira eletrônica - Antônio Augusto/STF
Na sexta-feira, 26, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, decretou a prisão preventiva de Silvinei, que rompeu a tornozeleira eletrônica
Por Paula Bulka Durães

27/12/2025 | 15h48 ● Atualizado | 15h49

São Paulo, 27/12/2025 – Nove dos dez condenados pela trama golpista, presos na manhã deste sábado pela Polícia Federal (PF), a pedido do Supremo Tribunal Federal (STF), passarão por audiência de custódia. As entrevistas serão feitas por videoconferência, ainda hoje, conduzidas pela juíza auxiliar Luciana Yuki Fugishita Sorrentino.

A prisão dos réus dos Núcleos 2, 3 e 4 da ação de golpe de Estado foi motivada pela fuga do ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques.

Na sexta-feira, 26, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, decretou a prisão preventiva de Silvinei, que rompeu a tornozeleira eletrônica e foi detido enquanto tentava embarcar em um voo no Paraguai com destino a El Salvador.

Leia também: PF cumpre mandados de prisão de dez condenados por trama golpista

O ex-diretor da PRF foi transferido neste sábado para a sede da Polícia Federal, em Brasília, após ser entregue por autoridades paraguaias à PF em Foz do Iguaçu, no Paraná.

A lista dos condenados presos hoje é formada por sete militares do Exército, uma delegada da Polícia Federal e Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais do ex-presidente Jair Bolsonaro; confira.

  • Guilherme Marques Almeida;
  • Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros;
  • Filipe Garcia Martins Pereira;
  • Giancarlo Gomes Rodrigues;
  • Ângelo Martins Denicoli;
  • Ailton Gonçalves Moraes Barros;
  • Fabrício Moreira de Bastos;
  • Bernardo Romão Corrêa Netto;
  • Marília Alencar.

Todos passaram a cumprir a condenação em prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, além de restrições como proibição de usar redes sociais, manter contato com outros investigados ou réus, entregar passaportes, deixar o País, suspensão dos registros e das permissões para portar armas, e limitação de visitas, restritas a advogados e pessoas autorizadas previamente pela Corte.

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