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IBGE: Taxa de desemprego é de 5,8% no trimestre encerrado em abril

IBGE: Taxa de desemprego é de 5,8% no trimestre encerrado em abril, no piso das projeções de analistas

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Por Broadcast

28/05/2026 | 10h21

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Dado da Pnad Contínua no trimestre encerrado em abril vem no piso das projeções do mercado financeiro - Adobe Stock
Dado da Pnad Contínua no trimestre encerrado em abril vem no piso das projeções do mercado financeiro
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São Paulo - A taxa de desocupação (desemprego) no Brasil ficou em 5,8% no trimestre encerrado em abril, resultado semelhante ao piso das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast. A mediana era de 5,9% e o teto, de 6,2%. 

Os dados oficiais constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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O dado é também menor na comparação trimestral, pois era de 6,1% o trimestre encerrado em março.

A taxa de desocupação está no patamar mais baixo para trimestres encerrados em abril em toda a série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Em igual período do ano anterior, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 6,6%.

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Setores de atividade

Seis das dez atividades econômicas registraram demissões no trimestre encerrado em abril, segundo a Pnad Contínua. Na passagem do trimestre terminado em janeiro para o trimestre encerrado em abril, houve redução na ocupação na indústria (-22 mil), na construção (-93 mil), nos serviços domésticos (-95 mil), em outros serviços (-162 mil), no comércio (-219 mil) e em informação, comunicação e atividades financeiras, profissionais e administrativas (-67 mil).

Por sua vez, houve geração de postos de trabalho em alojamento e alimentação (78 mil), transporte (104 mil), agricultura (25 mil) e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (42 mil).

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Em relação ao patamar de um ano antes, houve contratações em administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (766 mil trabalhadores a mais), informação, comunicação e atividades financeiras (425 mil), transporte (227 mil), agricultura (229 mil) e alojamento e alimentação (12 mil).
Houve demissões em outros serviços (-31 mil), construção (-63 mil pessoas), no comércio (-55 mil), na indústria (-301 mil) e serviços domésticos (-268 mil).

(Por Daniela Amorim e Fernanda Bompan)

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