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Desemprego e subutilização sobem no 1º trimestre de 2026, aponta IBGE

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Taxa nacional de desocupação passa de 5,1% para 6,1% no período - Adobe Stock
Taxa nacional de desocupação passa de 5,1% para 6,1% no período
Por Broadcast

14/05/2026 | 10h25

Rio – A taxa de desemprego aumentou em todas as Unidades da Federação na passagem do quarto trimestre de 2025 para o primeiro trimestre de 2026, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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O instituto pondera que algumas variações ficaram dentro da margem de erro da pesquisa e, por isso, não são consideradas estatisticamente significativas. Ainda assim, houve expansão estatisticamente significativa em 15 das 27 Unidades da Federação no período.

Na média nacional, a taxa de desemprego subiu de 5,1% no quarto trimestre de 2025 para 6,1% no primeiro trimestre de 2026. Em São Paulo, o indicador passou de 4,7% para 6,0% no período.

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No primeiro trimestre de 2026, as maiores taxas de desocupação foram registradas no Amapá (10,0%), Alagoas (9,2%), Bahia (9,2%), Pernambuco (9,2%) e Piauí (8,9%). As menores ocorreram em Santa Catarina (2,7%), Mato Grosso (3,1%), Espírito Santo (3,2%), Paraná (3,5%) e Rondônia (3,7%).

Os dados da Pnad Contínua mostram ainda que a taxa composta de subutilização da força de trabalho foi de 14,3% na média nacional no primeiro trimestre de 2026. Os maiores percentuais foram observados no Piauí (30,4%), Bahia (26,3%) e Alagoas (26,1%). Já os menores resultados ocorreram em Santa Catarina (4,7%), Mato Grosso (6,7%) e Espírito Santo (7,0%).

Informalidade

No primeiro trimestre de 2026, a taxa de informalidade no País foi maior nos estados do Maranhão (57,6%), Pará (56,5%) e Amazonas (53,2%). Por outro lado, as Unidades da Federação com as taxas de informalidade mais baixas foram Santa Catarina (25,4%), Distrito Federal (28,1%) e Mato Grosso do Sul (29,8%).

No primeiro trimestre, a taxa de informalidade dos brancos (32,2%) era menor que a de pretos (40,8%) e pardos (41,6%). Quanto ao sexo, a informalidade era maior entre homens (38,9%) do que entre mulheres (35,3%). No total do Brasil, a taxa de informalidade foi de 37,3% no primeiro trimestre de 2026.

(Por Daniela Amorim)

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