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Cachorros e gato ganham nomes de craques da Copa: conheça os pets

Acervo pessoal / Dandara Chiara Flores Galderisi

Cachorrinhos Cristiano e Ronaldo dividem o nome do craque português - Acervo pessoal / Dandara Chiara Flores Galderisi
Cachorrinhos Cristiano e Ronaldo dividem o nome do craque português
Por Bárbara Ferreira

03/06/2026 | 17h34

São Paulo - Enquanto Cristiano Ronaldo e Messi, lendas do futebol, brigam pela taça da Copa do Mundo por Portugal e Argentina, outros três craques chamam atenção no mundo animal. Os cachorrinhos Cristiano e Ronaldo, e o gatinho Messi levam os nomes dos jogadores e trajetórias marcadas pela adoção. 

O gatinho Messi foi encontrado nas ruas do Morumbi em fevereiro de 2025. Ele vivia perto de uma pizzaria e sobrevivia com os restos de pizza dados por funcionários, até ser resgatado por Raíssa Drumond. Foi por lá que ele ganhou o nome da lenda. Um dos funcionários dizia que os olhos mais fechadinhos do gato lembravam os do jogador argentino Lionel Messi.

Gatinho Messi
Gatinho Messi - Acervo pessoal / Raíssa Drumond

Os três são pacientes da clínica veterinária da Universidade Anhembi Morumbi. Quando Messi chegou ao veterinário, a nova família descobriu que o gato já tinha 12 anos, era castrado e parecia ter morado em uma casa antes de chegar às ruas.

“Ele era todo inchado, aparentemente bem doente”, lembra Raíssa. O Messi convivia com o herpesvírus felino, doença que costuma causar secreções nos olhos e no nariz, precisou retirar todos os dentes e ainda por um tratamento nos olhos, por conta dos cílios que cresciam voltados para dentro. 

Nos disseram que seria incurável. Mas, desde que chegou a nossa família e começamos a cuidar dele, ele ficou tão bem que nunca mais sofreu com isso”, disse a nova tutora de Messi.

Irmãos Cristiano e Ronaldo

Os dois cachorrinhos dividem o nome do craque português. Os dois cães faziam parte de uma ninhada de nove filhotes abandonados no local onde a médica veterinária Dandara Chiara Flores Galderisi trabalhava. Aos poucos, todos os irmãos encontraram um lar, exceto Cristiano e Ronaldo.

Dandara, que depois os adotou, estava de férias quando tudo aconteceu. Foi outro veterinário, apaixonado por futebol, que deu a eles o nome da lenda, para facilitar a identificação dos filhotes durante os cuidados diários. Ele decidiu batizar um dos cães de Cristiano e o outro de Ronaldo. 

Em seu primeiro dia de volta ao trabalho, Dandara descobriu que apenas os dois continuavam sem família e os levou para casa. “Foi amor à primeira vista”, lembra. 

Mesmo com carregando nomes históricos, os cachorrinhos não são os maiores fãs de futebol. “Eles são muito assustados. Somos corintianos fanáticos e, em todos os jogos, colocamos fones de proteção neles”, conta a tutora.

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