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Desemprego fica em 5,4% no trimestre encerrado em janeiro, diz IBGE

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Número de empregados no setor privado com carteira assinada ficou em 39,4 milhões - Adobe Stock
Número de empregados no setor privado com carteira assinada ficou em 39,4 milhões
Por Broadcast

05/03/2026 | 10h06

Rio, 05/03/2026 - A taxa de desocupação no Brasil ficou em 5,4% no trimestre encerrado em janeiro, de acordo com os dados mensais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em igual período de 2025, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 6,5%. No trimestre móvel até dezembro, a taxa de desocupação estava em 5,1%.

Leia também: Mercado de trabalho brasileiro cria mais 112 mil vagas CLT em janeiro

O total de pessoas em busca de uma vaga no País somou 5,851 milhões no período menor contingente da série histórica comparável, que elimina trimestres com repetição de respostas na amostra.

Ao mesmo tempo, a população ocupada alcançou o maior patamar da série histórica comparável, 102,671 milhões no trimestre encerrado em janeiro.

Setor privado e renda

O número de empregados no setor privado com carteira assinada (exclusive trabalhadores domésticos) foi de 39,4 milhões. Houve estabilidade no trimestre e alta de 2,1% (mais 800 mil pessoas) no ano.

O número de empregados sem carteira no setor privado ficou estável no trimestre e no ano, em 13,4 milhões.

A renda média real do trabalhador foi de R$ 3.652 no trimestre encerrado em janeiro. O resultado representa alta de 5,4% em relação ao mesmo trimestre de 2025.

A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 370,3 bilhões no trimestre encerrado em janeiro, alta de 7,3% ante igual período do ano passado.

Informalidade e subocupação

a taxa de informalidade no mercado de trabalho ficou em 37,5% no trimestre até janeiro. O Brasil alcançou 38,525 milhões de trabalhadores atuando na informalidade no período, segundo a Pnad Contínua.

Em um trimestre, mais pessoas deixaram a informalidade: houve queda de 284 mil trabalhadores nesta situação no período.

A taxa composta de subutilização da força de trabalho diminuiu de 13,9% no trimestre até outubro para 13,8% no trimestre até janeiro. Segundo o IBGE, isso significa que faltou trabalho para 15,69 milhões de pessoas.

Esse indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego, mas que estariam disponíveis para trabalhar.

A taxa de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas ficou em 4,4% no trimestre até janeiro de 2026, ante 4,5% no trimestre até outubro.

Em todo o Brasil, há 4,489 milhões de de trabalhadores subocupados por insuficiência de horas trabalhadas. O indicador inclui as pessoas ocupadas com uma jornada inferior a 40 horas semanais que gostariam de trabalhar por um período maior.

Na passagem do trimestre até outubro para o trimestre até janeiro, houve um recuo de 84 mil pessoas na população nessa condição. O País tem 127 mil pessoas subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas a menos em um ano.

(Por Daniela Amorim)

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