Exportação de carne de frango do RS para a China já estava suspensa antes de caso de gripe aviária
Mesmo antes da confirmação do primeiro caso de gripe aviária em uma granja comercial no Rs, as exportações gaúchas de carne de frango para a China já estavam suspensas
Por Broadcast
16/05/2025 | 14h09Envato
São Paulo, 16/05/2025 - Mesmo antes da confirmação do primeiro caso, hoje, de gripe aviária em uma granja comercial no Rio Grande do Sul, as exportações gaúchas de carne de frango para a China já estavam suspensas desde julho de 2024. O motivo foram focos da doença de Newcastle detectados em plantéis de aves gaúchos.
O Rio Grande do Sul enfrenta, desde então, restrições severas no comércio internacional de carne de frango. Desde o segundo semestre de 2024, a Administração Geral de Alfândegas da China (GACC) manteve o Estado fora da lista de regiões autorizadas a exportar a proteína da ave ao país, em decorrência do foco de Newcastle detectado em Anta Gorda (RS). Apesar de o foco ter sido encerrado oficialmente no fim de julho, oito frigoríficos gaúchos seguem impossibilitados de acessar o mercado chinês, o principal destino da carne de frango brasileira. Estão entre as empresas afetadas unidades da BRF, da JBS, da Aurora, da Languiru, da Minuano e da Agrosul.
Agora, após o foco de gripe aviária em Montenegro (RS), o Rio Grande do Sul está vedado de exportar carne de frango não só para a China (que, aliás, suspendeu por 60 dias os embarques de todo o Brasil), mas para qualquer outro país, por pelo menos 60 dias, disse o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, seguindo, segundo ele, protocolos sanitários internacionais.
Neste cenário, o setor avícola do Rio Grande do Sul vê a pressão aumentar. Ainda que os embarques anteriores ao dia 15 de maio estejam mantidos, como reforçou Fávaro, o Estado permanece duplamente impedido de acessar o mercado chinês e, por ora, outros destinos.
São Paulo, 16/05/2025 - Mesmo antes da confirmação do primeiro caso, hoje, de gripe aviária em uma granja comercial no Rio Grande do Sul, as exportações gaúchas de carne de frango para a China já estavam suspensas desde julho de 2024. O motivo foram focos da doença de Newcastle detectados em plantéis de aves gaúchos.
O Rio Grande do Sul enfrenta, desde então, restrições severas no comércio internacional de carne de frango. Desde o segundo semestre de 2024, a Administração Geral de Alfândegas da China (GACC) manteve o Estado fora da lista de regiões autorizadas a exportar a proteína da ave ao país, em decorrência do foco de Newcastle detectado em Anta Gorda (RS). Apesar de o foco ter sido encerrado oficialmente no fim de julho, oito frigoríficos gaúchos seguem impossibilitados de acessar o mercado chinês, o principal destino da carne de frango brasileira. Estão entre as empresas afetadas unidades da BRF, da JBS, da Aurora, da Languiru, da Minuano e da Agrosul.
Agora, após o foco de gripe aviária em Montenegro (RS), o Rio Grande do Sul está vedado de exportar carne de frango não só para a China (que, aliás, suspendeu por 60 dias os embarques de todo o Brasil), mas para qualquer outro país, por pelo menos 60 dias, disse o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, seguindo, segundo ele, protocolos sanitários internacionais.
Neste cenário, o setor avícola do Rio Grande do Sul vê a pressão aumentar. Ainda que os embarques anteriores ao dia 15 de maio estejam mantidos, como reforçou Fávaro, o Estado permanece duplamente impedido de acessar o mercado chinês e, por ora, outros destinos.
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