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Morre segunda vítima de explosão em obra no Jaguaré

Priscila Nolasco/Ato Press/Estadão Conteúdo

Governador Tarcísio de Freitas visitou o local da explosão - Priscila Nolasco/Ato Press/Estadão Conteúdo
Governador Tarcísio de Freitas visitou o local da explosão
Por Estadão Conteúdo

14/05/2026 | 16h17

São Paulo - O governo de São Paulo confirmou nesta quinta-feira, 14, a segunda morte provocada pela explosão ocorrida em uma obra no Jaguaré, zona oeste da capital paulista, na última segunda-feira 11.

Francisco Altino, de 62 anos, estava internado em estado grave no Hospital Regional de Osasco desde o dia do acidente.

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"Lamento a morte do Francisco Altino, segunda vítima do acidente no Jaguaré, que estava internado no Hospital Regional de Osasco, não resistiu aos ferimentos e faleceu", afirmou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

"As equipes estão dando toda assistência para a família, tanto psicológica quanto financeira. A gente fica profundamente consternado e triste com essa perda", acrescentou.

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A primeira vítima morreu no dia da explosão. O homem, cuja identidade não foi divulgada, foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros sob os escombros. Uma pessoa permanece internada no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

O acidente ocorreu em uma comunidade localizada em uma área perto das ruas Doutor Benedito de Moraes Leme e Piraúba, atrás do Condomínio Morada do Parque.

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Em nota conjunta, Sabesp e Comgás, que atuavam no local, informaram que o acidente ocorreu durante um serviço de remanejamento de tubulação de água, quando uma rede de gás teria sido atingida. As circunstâncias do caso seguem sob investigação da perícia técnica.

Auxílio às famílias

Como medida emergencial, as empresas anunciaram o pagamento de auxílio de R$ 5 mil a 232 pessoas afetadas.

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Segundo o governo de São Paulo, 122 casas foram vistoriadas - destas, 27 chegaram a ser interditadas emergencialmente pela Defesa Civil. Na quarta-feira, 13, o órgão informou que cinco imóveis terão de ser demolidos e que outras 14 residências permanecem interditadas cautelarmente e só poderão ser liberadas após a realização de obras de recuperação.

A gestão estadual afirmou que, junto às concessionárias, definiu que uma das prioridades é a troca e conserto de telhados e janelas nos imóveis atingidos, devido à previsão de chuva para os próximos dias.

As famílias que perderam as casas poderão escolher entre diferentes alternativas de moradia, como a transferência para unidades habitacionais da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), a concessão de cartas de crédito para aquisição de imóveis e, em casos específicos, o apoio financeiro para a reconstrução das casas danificadas.

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