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Eleições 2026

Lula x Flávio Bolsonaro: Quem os candidatos derrotados apoiam no 2º turno?

Candidatos à Presidência derrotados no 1º turno anunciaram suas preferências entre Lula, Flávio, neutralidade ou liberdade de escolha

Bárbara Ferreira

Por Bárbara Ferreira

14/10/2026 | 16h26

Wilton Junior e Taba Benedicto/Estadão Conteúdo

Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) disputam o segundo turno das Eleições 2026 - Wilton Junior e Taba Benedicto/Estadão Conteúdo
Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) disputam o segundo turno das Eleições 2026
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Os candidatos derrotados no primeiro turno das eleições presidenciais de 2026 estão divididos em seus apoios para o segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, com a votação marcada para 25 de outubro, o que pode influenciar a migração de votos entre os eleitores.

Os apoios a Lula foram feitos de forma crítica, enfatizando a luta contra o fascismo, enquanto Flávio Bolsonaro recebeu apoio de figuras como Romeu Zema e Ronaldo Caiado, que se comprometeram a participar de sua campanha.

Resumo gerado por IA

São Paulo - Os candidatos à Presidência da República derrotados no primeiro turno das Eleições 2026 se dividiram no apoio político aos candidatos que disputarão o segundo turno: Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT). O pleito que decidirá o próximo presidente acontece em 25 de outubro.

Dos dez candidatos derrotados, nove definiram suas posições entre Lula, Flávio, neutralidade ou liberdade de escolha. Entre os candidatos que atingiram mais de um milhão de votos (Renan, Caiado e Cury), apenas Renan Santos (Missão) que optou pela neutralidade. E apenas Wilson Grassi (Democrata) ainda não anunciou uma decisão.

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Declarar apoio a alguém pode contribuir com o fenômeno de migração de votos dos apoiadores e eleitores, que valorizam a opinião de seus candidatos.

Quem apoia o Lula?

Os ex-presidenciáveis que declaram publicamente apoio a Lula são:

  • Edmilson Costa (PCB)
  • Hertz Dias (PSTU)
  • Samara Martins (UP)

Os apoios a Lula foram anunciados nas redes sociais dos candidatos, todos em tom crítico e ressaltando o combate direto com Flávio. Hertz Dias declarou um "voto crítico" no segundo turno contra Bolsonaro.

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O posicionamento de Samara Martins seguiu o do partido, que convocou o voto em Lula "contra o avanço do fascismo e em defesa da democracia, dos direitos do povo e da soberania nacional".

Edmilson Costa também justificou o voto pela derrota do fascismo: "apoiamos criticamente a candidatura Lula porque consideramos que, agora, a prioridade é a derrota da extrema direita".

Quem apoia o Flávio Bolsonaro?

Os ex-presidenciáveis que declaram publicamente apoio a Flávio Bolsonaro são:

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  • Romeu Zema (NOVO)
  • Ronaldo Caiado (PSD)
  • Clariana Barão (DC)
  • Augusto Cury (Avante)

Flávio recebeu o apoio de Zema, ex-governador de Minas Gerais, logo após o resultado do primeiro turno. A justificativa foi ser antipetista, e chegou a dizer que "o Brasil não aguenta mais 4 anos de Lula".

Pelo apoio de Caiado, ex-governador de Goiás, Flávio se reuniu com o ex-candidato em Goiânia, ao lado de lideranças e políticos. O goiano afirmou que vai participar da campanha do bolsonarista de forma "integral e de corpo inteiro"

Já Clariana Barão declarou apoio ao Flávio contanto que "as mulheres não tenham um direito a menos nesse país". Pelo "voto de confiança" de Cury, o bolsonarista fez chamada de vídeo e assinou documento com condições. O escritor destacou a proposta que coloca fim na reeleição como justificativa.

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O que dizem os outros ex-presidenciáveis sobre o segundo turno?

Os outros ex-presidenciáveis, Rui Costa Pimenta (PCO), Renan Santos (Missão) e Wilson Grassi (Democrata) não declararam apoio a nenhuma das opções do segundo turno.

Renan Santos disse publicamente que seus apoiadores podem votar em quem preferirem, adotando uma postura crítica aos dois candidatos. Internautas pontuaram algumas vezes que Renan estaria deixando "sinais" de apoio a Lula, supostamente, por mostrar cortinas vermelhas no apartamento onde mora. O ex-candidato negou os rumores.

Já Rui Costa Pimenta orientou seus apoiadores a votarem nulo no segundo turno, enquanto Wilson Grassi foi o único que ainda não anunciou seu posicionamento.

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