Foto: Envato Elements
Por Gabrielly Bento
[email protected]Nesta terça-feira (1º) é celebrado o Dia da Mentira, e em muitos locais é comum celebrar esse dia com alguma brincadeira ou pegadinha, entretanto, no ambiente profissional, a transparência é essencial, e qualquer tentativa de distorcer a realidade pode ter consequências sérias.
Uma pesquisa realizada pela Robert Half, por meio da 31ª edição do Índice de Confiança da empresa, mostrou que 65% dos recrutadores já desclassificaram participantes por informações falsas no currículo.
Segundo Leonardo Berto, gerente da Robert Half, a prática de incluir informações falsas no currículo pode parecer um meio de se destacar no processo seletivo, mas, na realidade, compromete seriamente a credibilidade do profissional.
Atalhos são apostas — e, nesse caso, daquelas que definitivamente não valem a pena. Recrutadores experientes identificam rapidamente essas inconsistências, seja por meio de entrevistas estruturadas, testes técnicos ou checagens de referência", pontua.
Entre as inverdades mais frequentes observadas nos processos seletivos estão:
A confiabilidade é um dos ativos mais importantes no mundo corporativo. Para Berto, apostar na ética e na qualificação são as estratégias mais seguras para garantir boas oportunidades, do que uma “simples mentira”. “A falta de ética afeta diretamente a reputação do profissional, mesmo que ele ou ela tenha outras qualificações relevantes para a posição. A confiança é um dos ativos mais valiosos em qualquer carreira, e a melhor estratégia para se destacar continua sendo a mesma: investir em educação continuada”, conclui.
Afinal, no Dia da Mentira, as falsidades podem ser divertidas, mas no ambiente profissional, as mentiras nunca compensam. A integridade e o comprometimento são sempre os melhores caminhos para o sucesso.
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