Facebook Viva Youtube Viva Instagram Viva Linkedin Viva

Projeto de lei quer agilizar socorro por telefone em casos de engasgo

Geraldo Magela/Agência Senado

PL define protocolos específicos e prevê o treinamento periódico dos atendentes - Geraldo Magela/Agência Senado
PL define protocolos específicos e prevê o treinamento periódico dos atendentes
Por Marcel Naves

31/03/2026 | 18h46 ● Atualizado | 19h09

São Paulo - Um projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados pretende tornar mais rápido o atendimento telefônico em casos de emergência por engasgo. A proposta define protocolos específicos para os serviços públicos de urgência, como o Samu (192) e o Corpo de Bombeiros (193).

Pelo novo texto, as centrais de regulação deverão:

  • Priorizar a chamada na fila de atendimento como emergência para riscos de morte iminente.
  • Acionar o recurso mais próximo da ocorrência imediatamente.
  • Manter o solicitante na linha para fornecer orientações de manobras de desobstrução em tempo real enquanto a viatura se desloca.

O texto aprovado foi o substitutivo apresentado pelo relator, deputado General Pazuello (PL-RJ), ao projeto original (PL 2995/25), do deputado Bruno Ganem (Pode-SP).

Leia também: Cardiologista considera técnica menos invasiva para soluços de Bolsonaro

O PL prevê ainda o treinamento periódico dos atendentes, incluindo técnicas de manejo emocional e controle de estresse. A proposta também autoriza o poder público a treinar pessoas conforme as diretrizes da Lei do Voluntariado e da Lei Lucas, que estabelece a capacitação em primeiros socorros para professores e funcionários de escolas, creches públicas e privadas.

Próximos passos

O projeto será analisado pelas comissões de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. A proposta tramita em caráter conclusivo, o que significa que poderá seguir diretamente para o Senado se for aprovada pelas comissões, sem necessidade de votação no Plenário da Câmara. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado por deputados e senadores e depois  ser sancionado pela Presidência da República.

Comentários

Política de comentários

Este espaço visa ampliar o debate sobre o assunto abordado na notícia, democrática e respeitosamente. Não são aceitos comentários anônimos nem que firam leis e princípios éticos e morais ou que promovam atividades ilícitas ou criminosas. Assim, comentários caluniosos, difamatórios, preconceituosos, ofensivos, agressivos, que usam palavras de baixo calão, incitam a violência, exprimam discurso de ódio ou contenham links são sumariamente deletados.

Gostou? Compartilhe

Últimas Notícias