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Progresso social: saiba quais são as melhores e as piores cidades para viver

Divulgação/IPS

Gavião Peixoto, Jundiaí e Osvaldo Cruz, no interior de São Paulo, lideram o ranking das melhores cidades - Divulgação/IPS
Gavião Peixoto, Jundiaí e Osvaldo Cruz, no interior de São Paulo, lideram o ranking das melhores cidades
Por Alessandra Taraborelli

20/05/2026 | 20h00

São Paulo - O Índice de Progresso Social (IPS Brasil), ferramenta global que mede o bem-estar da população e o desempenho social e ambiental de países e municípios, e vai de uma escala de 0 a 100, evelou quais são as 20 melhores cidades para viver e os 20 municípios com baixo desempenho.

Tabela IPS
Divulgação/IPS

A cidade de Galvão Peixoto, no interior de São Paulo, com cerca de 5 mil habitantes, foi considerada, pelo terceiro ano consecutivo, a melhor cidade para se viver, segui da Jundiaí e Osvaldo Cruz, todas no interior de São Paulo. 

Uiramutã, em Roraima, Jacareacanga, em Pará, e Alto Alegre, em Roraima, são as três cidades que lideram os rankings das cidades com baixa pontuação. 

A relação dos municípios com desempenhos mais altos e mais baixos no IPS Brasil  revela uma desigualdade significativa na distribuição do progresso social entre os municípios brasileiros.

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O ranking dos 20 municípios com desempenhos mais altos e mais baixos em relação a notas do IPS mostra um grande contraste entre a região Norte – em especial na Amazônia, onde se concentra a maioria dos municípios críticos –, e o Sudeste do Brasil, onde estão os municípios com maiores notas do IPS.

País

O Brasil atingiu a pontuação de 63,40 pontos. Entre as suas dimensões, Necessidades Humanas Básicas alcançou 74,58 pontos, Fundamentos do Bem-estar atingiu 68,81 e Oportunidades obteve 46,82. 

A estrutura do IPS é composta por essas três dimensões e 12 componentes:

Tabela IPS
Tabela de dimentsões e componentes - Divulgação/IPS

Necessidades Humanas Básicas

A dimensão Necessidades Humanas Básicas apresentou o melhor desempenho na composição do IPS Brasil 2026, com média nacional de 74,58. As regiões Sudeste, Sul e parte do Centro-Oeste concentraram as melhores pontuações nesta dimensão.

Oito unidades federativas apresentaram desempenho médio superior ao nacional: São Paulo, Distrito Federal, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás e Rio Grande do Sul. Contudo, ainda persistem desigualdades territoriais relevantes nos estados de Goiás, Minas Gerais e Paraná. De forma geral, municípios com populações menores possuem desempenhos mais altos nesta dimensão.

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Fundamentos do Bem-estar

A dimensão Fundamentos do Bem-estar apresentou pontuação média de 68,81. Existe, contudo, uma variação considerável entre os municípios e as médias de seus respectivos estados, com destaque para as cidades situadas na região Sudeste e em parte do Paraná e Santa Catarina.

Em contrapartida, observa-se uma maior concentração de municípios em situação crítica na região Norte. Novamente, oito unidades federativas apresentam média superior à nacional: Distrito Federal, São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Diferentemente da primeira dimensão, os municípios com populações maiores possuem, em média, desempenhos mais altos aqui.

Oportunidades

A dimensão Oportunidades obteve a pontuação média de 46,82. Os municípios com melhores pontuações são, principalmente, centros com maior densidade populacional.

Neste quesito, treze estados apresentaram média superior à nacional: Distrito Federal, Amapá, Roraima, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe, Acre, Piauí, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás e Rondônia. Assim como na dimensão anterior, municípios com populações maiores tendem a apresentar desempenhos mais elevados.

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Destaques

Entre os componentes individuais, os que apresentaram as melhores médias gerais foram Moradia (87,95) e Acesso à Informação e Comunicação (79,81). Por outro lado, os índices mais críticos foram Direitos Individuais (39,14) e Acesso à Educação Superior (45,97).

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