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Bolsonaro segue para prisão domiciliar após alta hospitalar

Wilton Junior/Estadão Conteúdo

Jair Bolsonaro (PL) teve alta hospitalar nesta sexta-feira (27) após passar duas semanas internado - Wilton Junior/Estadão Conteúdo
Jair Bolsonaro (PL) teve alta hospitalar nesta sexta-feira (27) após passar duas semanas internado
Por Marcel Naves

27/03/2026 | 12h57 ● Atualizado | 13h09

São Paulo -  O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teve alta hospitalar nesta sexta-feira (27) após passar duas semanas internado com broncopneumonia. A liberação consta em boletim médico assinado pelo cirurgião-geral Cláudio Birolini; os  cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado; e o  diretor-geral do hospital privado, Allisson Barcelos Borges.

Em entrevista coletiva, o cardiologista Brasil Caiado, que integra a equipe médica do ex-presidente, afirmou que a evolução foi tranquila.

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O presidente Jair Bolsonaro acabou de ter alta hospitalar, como nós adiantamos há dois dias. A evolução nestes últimos dois dias foi o que nós esperávamos, tranquila, sem nenhuma intercorrência, com a medicação totalmente adaptada, já com a transição para a medicação por via oral."

Durante a internação  e após apresentar melhoras, o antigo chefe do Executivo chegou a ser transferido para um protocolo considerado "mais adequado ao quadro clínico atual", onde passou a ter cuidados semi-intensivos, na UTI, de onde foi liberado na noite de segunda-feira (25).

Prisão domiciliar

Ao deixar a unidade hospitalar, Jair Bolsonaro foi para sua residência onde irá cumprir prisão domiciliar concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

Na última terça-feira (24), Moraes determinou a expedição do mandado de soltura para efetivar a decisão que concedeu prisão domiciliar temporária ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Leia também: Bolsonaro segue estável e sem febre e não tem previsão de alta hospitalar

Bolsonaro voltará a ser monitorado por tornozeleira eletrônica. Em novembro do ano passado, antes de ser condenado pela trama golpista, o ex-presidente foi preso após tentar violar o equipamento.

Conforme a decisão, a domiciliar terá prazo inicial de 90 dias. Após o prazo, a manutenção do benefício deverá ser reanalisado pelo STF.

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