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Genial/Quaest: 49% dos eleitores não confiam no STF e 43% confiam na Corte

Reprodução/TV Justiça

Para 72% dos eleitores, STF possui poder excessivo - Reprodução/TV Justiça
Para 72% dos eleitores, STF possui poder excessivo
Por Broadcast

12/03/2026 | 08h00

Brasília - Levantamento Genial/Quaest divulgado nesta quinta-feira, 12, mostra que 49% dos eleitores brasileiros não confiam no Supremo Tribunal Federal (STF). Os que acreditam na Corte são 43%. Comparado com a pesquisa anterior, divulgada em agosto do ano passado, o índice positivo caiu sete pontos porcentuais, enquanto o negativo oscilou dois pontos porcentuais para cima.

A Genial/Quaest ouviu presencialmente 2.004 eleitores entre os dias 6 e 9 de março. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais e o índice de confiabilidade é de 95%.

Leia também: Lula e Flávio Bolsonaro empatam em cenário de 2º turno, diz Genial/Quaest

A pesquisa também apontou que 72% dos eleitores concordam com a afirmação de que o STF possui poder excessivo. Os que discordam são 18%. Os que não concordam e nem discordam são 2%, e outros 8% não souberam, ou não quiseram responder.

Os que concordam que é importante votar em um candidato do Senado comprometido em deliberar sobre o impeachment de ministros do Supremo são 66%. Outros 22% discordam, 2% não concordam e nem discordam, e 10% não souberam, ou não quiseram opinar.

São 59% os que concordam com a afirmação de que o STF é um poder aliado ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os que discordam são 26%. Outros 3% não concordam e nem discordam e 12% não quiseram, ou não souberam responder.

Já os que avalizam a afirmação de que o STF foi fundamental para a manutenção da democracia no Brasil são 51%. Outros 38% discordam. Os que não concordam e nem discordam são 2% e os que não souberam, ou não quiseram responder somam 9%.

Banco Master

38% dos eleitores dizem que evitariam votar em candidatos que estão envolvidos no escândalo das fraudes bilionárias do Banco Master. Para 29%, o tema será um dos levados em consideração na urna eletrônica e outros 20% disseram que o tema não terá importância. Outros 13% não souberam ou não responderam.

O levantamento também questionou quais setores do Poder Público estariam mais afetados negativamente pelo escândalo e 40% responderam que os governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Poder Judiciário, o Banco Central e o Congresso Nacional são igualmente prejudicados pelo caso Master.

Os que responderam que os mais prejudicados são o STF e o Judiciário são 13%. Em seguida, aparecem o governo Bolsonaro (11%), o governo Lula (10%), o Banco Central (5%) e o Congresso Nacional (3%). Outros 1% disseram que nenhum setor foi afetado e outros 17% não souberam, ou não quiseram responder.

(Por Gabriel de Sousa)

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