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Trump agradece Serviço Secreto após tiroteio perto da Casa Branca

Molly Riley/Casa Branca

Trump estava dentro da Casa Branca no momento do incidente - Molly Riley/Casa Branca
Trump estava dentro da Casa Branca no momento do incidente
Por Broadcast

24/05/2026 | 10h23

São Paulo - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, agradeceu ao Serviço Secreto americano e às forças de segurança pela “ação rápida e profissional” após o tiroteio ocorrido na noite de sábado, 23, nas proximidades da Casa Branca, em Washington. 

Segundo o presidente, o suspeito tinha “histórico de violência” e “possível obsessão” pela sede do governo americano. Trump estava dentro da Casa Branca no momento do incidente.

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O atirador morreu após uma troca de tiros com agentes do Serviço Secreto perto dos portões da Casa Branca. "Este episódio ocorre um mês após o tiroteio no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca e mostra como é importante para os futuros presidentes ter o que será o espaço mais seguro e protegido de seu tipo já construído em Washington, D.C. A segurança nacional do nosso país exige isso!”, escreveu Trump na Truth Social.

Segundo informações do Serviço Secreto americano, o suspeito se aproximou de um posto de controle próximo ao cruzamento da Rua 17 com a Avenida Pensilvânia, retirou uma arma da bolsa e começou a atirar contra os agentes.

Inicialmente, autoridades policiais responderam aos relatos de disparos perto da Casa Branca, colocando a sede do governo americano em alerta. O diretor do FBI, Kash Patel, informou nas redes sociais que policiais estavam atuando na ocorrência e que “informaria o público assim que possível”.

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Jornalistas que trabalhavam no local relataram ter ouvido uma sequência de tiros – estimada entre 15 e 30 disparos, segundo a CBS News – e foram orientados a buscar abrigo na sala de imprensa, de onde agentes do Serviço Secreto impediram a saída de qualquer pessoa.

Na rede social X, o Serviço Secreto afirmou estar “ciente de relatos de tiros disparados perto da Rua 17 com a Avenida Pennsylvania NW”, a cerca de um quarteirão da Casa Branca, e informou que trabalhava para confirmar as informações com as equipes em campo.

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Selina Wang, repórter da ABC News que cobre o cotidiano político de Washington, publicou um vídeo do momento em que ouviu os disparos. “Eu estava no meio de uma gravação de um vídeo no gramado norte da Casa Branca quando ouvimos os tiros. Soaram como dezenas de disparos de arma. Nos disseram para correr para a sala de imprensa”, escreveu.

As primeiras informações indicavam que ao menos duas pessoas haviam sido feridas, incluindo o suspeito. Segundo a CBS News, o atirador foi levado a um hospital após ser atingido por agentes do Serviço Secreto.

A Fox News informou que ele teria disparado três vezes antes de ser baleado. Um agente da lei ouvido pela Associated Press sob condição de anonimato afirmou que um pedestre também foi atingido e que ambos estavam em estado crítico. Posteriormente, Trump informou que o suspeito morreu após a troca de tiros.

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O episódio ocorreu menos de um mês após as autoridades americanas reportarem o que chamaram de “tentativa de assassinato” contra Trump durante o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, realizado em 25 de abril em um hotel de Washington.

Cole Tomas Allen, de Torrance, Califórnia, declarou-se inocente das acusações de tentativa de homicídio contra o presidente e permanece sob custódia federal.

(Por Fernanda Bompan, Amélia Alves, com informações da Associated Press)

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