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Pegou chuva no Carnaval? Entenda a diferença entre gripe e resfriado

Foto: Envato Elements

O resfriado é mais comum e tem sintomas mais leves - Foto: Envato Elements
O resfriado é mais comum e tem sintomas mais leves
Por Bárbara Ferreira

08/02/2026 | 10h11

São Paulo, 08/02/2026 - O pré-carnaval começou marcado por fortes chuvas, com São Paulo e Rio de Janeiro em estado de alerta por conta das pancadas de chuva. Para os foliões que estavam na rua e acabaram chuva em meio à festa, os sintomas de resfriado podem aparacer. É importante saber a diferença para a gripe e quando buscar ajuda médica.

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De acordo com a Classificação Internacional de Doenças, adotada mundialmente pela Organização Mundial da Saúde (OMS), CID J00 indica a nasofaringite aguda, o resfriado comum. Este aparece com frequência nas unidades básicas de saúde por causa da alta circulação de vírus respiratórios, segundo o Ministério da Saúde.

Já a gripe, é registrada nos códigos CID J09 a J11. Ela é causada pelo vírus Influenza e apresenta sintomas mais fortes.

O que caracteriza o resfriado comum?

O resfriado é geralmente causado por rinovírus e provoca sintomas como espirros, coriza, congestão nasal e mal-estar leve. A evolução é curta e, segundo a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), hidratação, descanso e controle dos sintomas são suficientes para a recuperação.

Ao contrário da gripe, o resfriado raramente causa febre alta ou dor intensa no corpo.

Qual a diferença de resfriado e gripe?

A gripe tem sintomas mais fortes, como febre alta, dor intensa no corpo e grande impacto no bem-estar. Informes da Fiocruz explicam que a gripe tem maior potencial de complicações, especialmente em grupos como idosos, crianças pequenas e pessoas com doenças crônicas.

Já o resfriado é considerado leve e comum, mas ainda assim exige atenção para não ser confundido com outras infecções.

Quando procurar ajuda médica 

O Ministério da Saúde orienta que sintomas persistentes, dificuldade para respirar, febre alta prolongada e sinais de agravamento exigem busca por atendimento médico. A avaliação profissional evita automedicação e garante diagnóstico correto.

Vacinação, higiene das mãos e etiqueta respiratória ajudam a reduzir a circulação dos vírus causadores de resfriado e gripe. (Com Isabel Toledo)

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