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Robôs humanoides podem ter escala comercial em menos de 10 anos, diz estudo

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Segundo consultoria, em menos de uma década robôs parecidos com humanos estarão no dia a dia - Adobe Stock
Segundo consultoria, em menos de uma década robôs parecidos com humanos estarão no dia a dia
Por Felipe Cavalheiro

26/03/2026 | 17h57

São Paulo - Durante a comemoração do Ano Novo Chinês, em fevereiro deste ano, a emissora estatal CCTV transmitiu uma apresentação marcial protagonizada por robôs. A complexidade dos movimentos virou notícia no mundo todo. 

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Máquinas com habilidades próximas às humanas ainda são raridade e causam comoção. Porém, de acordo uma análise de mercado da consultoria Bain & Company, a produção desses robôs podem alcançar escala comercial em menos de 10 anos

O que falta para robôs "humanos" serem comuns? 

Segundo a empresa, o investimento em startups de robótica, que triplicou em quatro anos, serve como maior prova da tendência: entre 2020 e 2024, saltou de US$ 308 milhões para US$ 1,1 bilhão. 

Mas a simples injeção de dinheiro não basta para o sucesso dos "robôs humanoides". O sócio da Bain na América do Sul, Luis Diez, explica que o mercado só verá Retorno sobre Investimento (ROI) quando a alta capacidade de interagir com os arredores se encontrar com baixos custos de fabricação

Estamos prestes a presenciar um dos próximos grandes avanços da humanidade em robótica. No momento em que os robôs humanoides alcançarem nossas capacidades multidisciplinares e for solucionada a dependência de baterias ou sistemas de energia que sustentem um turno completo, veremos aplicações reais em setores como mineração, construção e até mesmo saúde.”

Expectativas até 2040

Analisando a queda do preço médio de venda dos robôs, e dos materiais necessários para construir um, a consultoria considera que o setor deve evoluir em três etapas: 

*Estagiário sob supervisão de Marcia Furlan

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